O uso da cinta no pós-parto

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O uso da cinta no pós-parto é, sem dúvida, um assunto polêmico. Têm médicos que defendem e recomendam o uso, mas existem aqueles que são totalmente contra.

O meu obstetra disse que eu deveria usá-la por no máximo 15 dias. Segundo ele, o uso prolongado poderia mais prejudicar do que ajudar. O que ele me explicou é que essa questão de que o corpo não volta ao normal, caso a mulher não use a cinta, é lenda! Antigamente acreditava-se nisso, mas hoje em dia sabe-se que a boa recuperação física depende de outros fatores.

Para que eu pudesse entender melhor, ele fez uma analogia com o uso do gesso e a atrofia no músculo causada pelo mesmo. Logo me lembrei de quando meu marido precisou engessar o braço e, depois que tirou o gesso, ele ficou bem mais fino e flácido do que o outro que não havia sido engessado. Assim como o gesso, a cinta impede que os músculos trabalhem, dificultando a recuperação da sua tonicidade.

A grande vantagem da cinta é a sensação de segurança que ela nos dá, principalmente em situações críticas, como andar de carro (chacoalhar dentro do veículo sem cinta e recém-operada não dá né? É uó!). Então, pela sensação de segurança, meu médico achava importante utilizá-la, mas como podia prejudicar a recuperação da tonicidade muscular, enfatizava a importância de não estender o prazo de 15 dias.

Para mim, tudo o que ele disse fez todo o sentido. Então, usei a cinta apenas durante o período recomendado. E acho que, mesmo que ele fosse a favor do uso indiscriminado, eu não teria usado por muito mais tempo. Chegou um momento em que a cinta me incomodava DEMAIS! Coçava, descia e eu tinha que ficar puxando pra cima (eu já estava desinchando), machucava em algumas partes… Achei chatíssimo! É claro que, no começo, foi um pouco difícil me adaptar sem ela! Parecia que estava tudo solto dentro da minha barriga (rs) e eu me sentia um tanto insegura. Mas aos pouquinhos eu fui me acostumando.

Ah, e eu achava que começávamos a usar a cinta já no primeiro dia, logo depois do nascimento do bebê. Mas lá no hospital, só foi permitido colocá-la a partir do segundo dia. E sei que alguns médicos e hospitais liberam apenas a partir do terceiro. Dizem também que a recomendação pode ser diferente dependendo do tipo de parto (o meu foi cesárea), mas isso já não sei dizer pra vocês. Portanto, é sempre bom perguntar ao médico qual a opinião dele sobre isso!

Bom, eu comprei duas e me arrependi. Usei tãoooo pouco! Acho que uma seria suficiente, mas fiquei com medo de sujar e não ter outra para usar enquanto aquela estivesse lavando.

Em relação ao modelo, queria uma que tivesse abertura na frente, que não tivesse a parte do sutiã (uma amiga minha disse que modelos com sutiãs machucavam muito o ombro) e que não tivesse pernas.

A que eu escolhi é bem parecida com a da foto acima. Comprei uma bege e uma preta.

Bom, é isso pessoal! Espero ter ajudado!

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O que levar na mala da maternidade

Desde que a Giulia nasceu, três gravidinhas já me perguntaram o que levei para a maternidade, tanto em relação às minhas coisas quanto em relação às da pequena. Como eu já tinha essa listinha pronta no meu e-mail resolvi repassar pra vocês.

 Mas primeiro vai uma dica:

  • Antes de arrumar as malas, é importante verificar o que a maternidade disponibiliza para você, para o acompanhante e para o bebê. Onde eu ganhei a Giulia (Hospital Santa Cruz – Curitiba), por exemplo, eles disponibilizavam toalhas e lençóis de cama para mim e para o maridão. E para a pequena eles disponibilizavam tudo: algodão, gaze, pomada contra assadura, fraldas descartáveis, sabonete líquido da cabeça aos pés, etc. E a maioria dos produtos era da Huggies Turma da Mônica. Legal né? De qualquer forma, ouvi falar que eles não estão fornecendo mais e as mamães têm que levar tudo de casa!

Bom, a lista abaixo é bem pessoal, possui exatamente os itens que levei no hospital. Ah, e coloquei alguns comentários para facilitar!

No final da lista têm uma relação de itens que eu não levei, mas que são necessários caso a maternidade não os forneça.

Para mim:

  • Secador de cabelo – É bom não só pra secar o cabelo (rs), mas pra preparar o mamilo para a amamentação;
  • Prancha de cabelo – Acabei nem usando;
  • 2 Necessaires com produtos de higiene e beleza: Desodorante, pente, escova, prendedor de cabelo, shampoo, condicionador, sabonete, pasta e escova de dente, hidratante, aparelho de barbear (Gillette), maquiagem básica;
  • 2 pijamas (de manga curta) e 1 camisola –  Todos com botão no busto para poder amamentar. Só usei a camisola e um dos pijamas, mas acho bom de qualquer forma levar três, pois nunca se sabe… Você pode acabar sujando de sangue, leite e etc. Então é bom ter a mais por precaução;
  • 1 penhoar – Foi presente da sogra, mas acabei não usando no hospital;
  • 4 calcinhas pós-parto – Daquelas mais altas, de vó mesmo (rs)! De qualquer forma, é importante comprar mais do que quatro, afinal elas serão usadas também em casa, principalmente no primeiro mês, pois dão mais segurança e sustentação (principalmente para quem fez Cesária);
  • 2 cintas pós-parto – Na maternidade usei apenas uma;
  • 2 sutiãs de amamentação;
  • 2 pacotes de absorvente noturno – Usei pouquíssimos. Nos dois primeiros dias usei um que o próprio hospital forneceu. São aqueles absorventes pós-parto gigantescos! Muita gente odeia, mas o sangramento era um tanto intenso, então me sentia mais segura com um daqueles. Mas se o hospital não fornecer, o noturno já está bom;
  • 1 Chinelo Havaianas – Para a hora do banho. É bom usar pra não escorregar;
  • 1 Chinelo de pano confortável – Para os períodos em que estiver em pé, passeando pelos corredores! Precisa ser confortável, pois normalmente os pés incham absurdamente, por conta da anestesia! Os meus ficaram dois lindos pãezinhos! Hehe;
  • Roupa para a saída da maternidade – Planejava ir embora com uma sapatilha, mas não teve Cristo que a fizesse entrar nos meus pés inchados. Tive que ir embora de chinelo! Pense no luxo! Então, fique atenta ao sapato! Quanto à roupa, escolha uma bem confortável e que você usava na gravidez, pois o corpitcho ainda não terá voltado ao normal;
  • Livros – Oi? Não sei em que mundo eu vivo. Desde quando é possível ler com um recém-nascido bem ao seu lado?
  • Mala com as coisas do maridão – Ah, deixa que ele cuida disso, vai! Haha;
  • Não levei concha de amamentação, mas hoje em dia levaria! O que precisei comprar enquanto estava internada foi um bico intermediário de silicone para amamentar.

Para a Giulia:

  • Quatro kits organizados em saquinhos próprios para roupinhas de bebê (comprei em uma feira de gestante). Cada kit continha: um conjunto de body e calça, um par de meias, um par de luvas, um macacãozinho para pôr por cima (tip-top) e um lacinho. Tudo combinando!

A ideia era usar um kit no primeiro dia, assim que ela nascesse, outro no segundo e, por último, o kit “saída maternidade” no terceiro dia! Então o quarto kit montei por precaução.

  • Dois conjuntos extras de body e calça – Sempre tem o risco do bebê sujar com xixi ou cocô. E eu não queria que faltasse nada.

No final das contas, só usei os bodys básicos, as meinhas e as luvinhas (por causa das unhas grandes). Estava um calor de rachar e eu jurava que faria frio! Haha!

  • 3 cueiros;
  • 3 paninhos de boca;
  • 1 cobertor;
  • Escova para cabelo.

Outros:

  • Notebook e carregador;
  • Máquina fotográfica – com pilha carregada e, de preferência, dentro da máquina (Fiquei sabendo que muita gente esquece!!);
  • Celular e carregador;
  • Documentos;
  • Agenda médica com todos os dados do meu pré-natal;
  • Pote de álcool gel;
  • Lembrancinhas – Fiz mini hidratantes personalizados (com cheirinho de bebê);
  • Porta-maternidade – Olhem que fofo:
  • porta maternidade
  • Vaso com flores artificiais e de tecido;
  • Bombonière com bis e bombons Sonho de Valsa;

Vejam só que graça que ficou o balcão com as flores, as lembrancinhas e a Bombonière:

maternidade

Já as coisas que não levei, mas são necessárias na maioria das maternidades, são:

  • De 20 a 25 Fraldas Descartáveis RN e/ou P – A Giulia usou RN durante um mês. E ela nasceu com 3.400 kg. A não ser que seu bebê seja imenso e gordinho, aconselho levar RN mesmo;
  • 1 Pomada para assadura – A Dermodex é ótima;
  • 1 sabonete líquido para o bebê – O da Johnson’s da cabeça aos pés é excelente;
  • 1 pacote de algodão;
  • Chupeta – Para quem quiser oferecer. Eu nem cheguei a comprar;
  • Toalha para o acompanhante;
  • Roupa de cama para acompanhante.

Bom, acho que é isso! No total, pra conseguir levar tudo, foram quatro malas: duas da pequena, uma minha e outra do maridão. Fora as sacolas!

Pra ir embora é que foi uma beleza! Só que não! Pensem na combinação: bebê + bebê – conforto + quatro malas + mil presentes + várias sacolas com coisas diversas!

De qualquer forma, foi ótimo ir embora, ainda mais porque tivemos que ficar um dia a mais no hospital por causa da icterícia da pequena. Não aguentava mais…

Bom pessoal, espero ter ajudado!

 

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Olha Quem está Poupando

Segunda-feira, durante o meu ócio matinal, assisti uma parte do programa Encontro com Fátima Bernardes e para minha alegria, já que tenho uma pimpolha e um blog pra cuidar, um dos assuntos em pauta foi como economizar no enxoval do primeiro filho.

Uma das convidadas foi a jornalista Maria Fernanda Delmas. Ela também é autora do livro “Olha quem está poupando”. No programa, Maria Fernanda deu dicas de como gastar melhor o dinheiro, evitando coisas caras, desnecessárias e fúteis, pedindo ajuda às mamães que já passaram por esse processo, aceitando doações de amigos ou parentes, entre outras.

Achei muito interessante a ideia do livro e, logo depois do programa, resolvi pesquisar mais sobre ele na internet. Achei um trecho do livro que resume bem o momento “montando-enlouquecidamente-o-enxoval-do-primeiro-filho“, Haha:

“Eu diria que é o ápice do altruísmo consumista da mulher. Entre comprar algo para nós ou para o bebê, não titubeamos. Queremos levar tudo que vemos de bonitinho. Nós e as avós. Esse comportamento é elevado à enésima potência quando descobrimos o sexo do bebê”.

Verdade, não acham?!

O livro parece ser beeem bacana! Tô super afim de ler! E acho muito válido para todas as mamães, principalmente, as de primeira viagem! Precisamos ser mais conscientes, nossos filhos não precisam de TUDO o que dizem por aí!
Montar um enxoval consciente e de acordo com as nossas reais possibilidades é começar, desde cedo, a dar exemplo para os nossos filhos, né não?
Bom, mas acho que vale super a pena dar uma olhadinha no vídeo em que Maria Fernanda Delmas dá as dicas de economia no programa! É só clicar aqui!
Quanto ao livro, vi que custa em média 38 Reais, mas no site do Walmart está na promoção por 24,00.
Se eu ler, venho aqui contar pra vocês o que achei! Façam o mesmo, ok?
olha quem esta poupando

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Co-Sleeper – berço acoplado à cama

Quem aí já ouviu falar do Co-Sleeper? Ele é parecido Mini Berço ou Moisés, mas a diferença é que ele é acoplado à cama do casal. Muitos preferem o Mini Berço ou o Moisés pela mobilidade que proporcionam, mas pra quem não vai movimentar muito a caminha do bebê nos primeiros meses o Co-Sleeper é uma ótima opção pois ele ocupa menos espaço do que as outras 2 opções. Além disso ele proporciona maior facilidade na hora de pegar o bebê porque você não precisa nem sentar na cama, muito menos levantar, é só esticar o braço! Sério, é muita facilidade minha gente!  Além de poupar o esforço de ficar levantando toda vez, economiza discussões com o maridão do tipo: Da outra vez fui eu, agora vai lá você! Haha. E eu sei que isso gera discussões porque eu já ouvi muuuitos relatos de papais e mamães sobre isso!

Tem gente que não concorda com bebês dormindo no quarto dos pais, mas eu particularmente não vejo problema, até porque os primeiros meses devem ser bem difíceis e cansativos pra mãe e ficar levantando 50 vezes (exagero mode on) de noite é demais pra minha pessoa. É tão mais prático só esticar o braço e pegar o bebê pra amamentar, pra fazer um carinho quando você vê que não é fome, etc.  Eu usaria sem o menor peso na consciência!

Aqui no Brasil eu não sei aonde vende os Co-Sleepers, só vi em sites de outros países. Mas nada que um bom marceneiro não possa fazer! Os mini berços são mais fáceis de encontrar, vi um bem fofo no site do Carrefour. (Alguns Mini Berços tem a possibilidade de baixar a lateral e fazer o esquema “só esticar o braço” também e esse do Carrefour é um deles! Uhuu.)

Cuidados que você deve ter com o seu Co-Sleeper, Moisés ou Mini Berço:

  • Observar se as bordas são altas o suficiente, no mínimo 27,5 cm.
  • A parte interior deve ser acolchoada para o conforto do bebê, mas cuidado para não exagerar pois tem toda aquela questão do risco de sufocamento.
  • Os forros devem ser retiráveis para que você possa lava-los com facilidade.
  • O fundo deve ser plano e rígido para sustentar o corpo do bebê.
  • As rodas (no caso de Mini Berços e Moisés) devem ter sistema de bloqueio para que o bebê não vá parar no meio da sala durante a noite haha.
  • Caso o mini-berço ou moisés tiverem a possibilidade de balanço, é importante ter um dispositivo de bloqueio também.

Fiquem com fotos de modelos de Co-Sleepers:

Esse dobrável é sensacional, o melhor na minha opinião. Dá até pra levar numa viagem!

Alguém já usa algum desses produtos (Co-Sleeper, Mini Berço ou Moisés)? O que vocês acham? Usariam?

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Lista de enxoval do Bebê

lista enxoval bebe

Como havia prometido, fiz uma lista de enxoval do bebê. Juntei a minha lista, que foi bem enxuta, com as listas de amigas e com as disponíveis na web.

Mesmo colocando tanto os itens que considero essenciais quanto os itens que não considero tão importantes, tentei fazer uma listinha bem realista. Não incluí aqueles itens absurdos, que não se usam mais e que encontramos em muitas listas de enxoval prontas por aí, como por exemplo: fita adesiva, faixa de umbigo, etc.

Mas, antes de qualquer coisa, preciso fazer algumas considerações:

  • Separei a lista em várias categorias. Cada categoria encontra-se em uma “aba”, “página” ou “planilha” (como queira chamar) do Excel. Como são muitas categorias, para facilitar, as separei em dois arquivos, os quais estão disponíveis no final desse post;
  • Os itens que coloquei em vermelho são aqueles que ou não são essenciais e a compra dependerá do seu espaço em casa, do seu orçamento e/ou da sua vontade em adquiri-los ou não precisam ser adquiridos de imediato, podendo ser comprados depois do nascimento do bebê, conforme for sentindo necessidade;
  • Coloquei em alguns itens o meu comentário pessoal. Algumas pessoas podem concordar, outras podem discordar! Uma lista de enxoval é algo muito pessoal. Portanto, você não deve levar a minha lista e os meus comentários como uma verdade absoluta. Leia, analise e tire suas próprias conclusões, para posteriormente montar a SUA lista, com os itens e quantidades que considere mais adequados;
  • Alguns itens eu não coloquei uma quantidade exata e pus apenas um ponto de interrogação (?), pois a quantidade é muito pessoal e é você quem definirá isso! Como posso dizer, por exemplo, quantos lacinhos de cabelo as mamães de menina devem comprar? E mesmo aqueles itens em que coloquei uma quantidade exata, deverão ser bem pensados! Você poderá tanto querer comprar a mais de um determinado item quanto querer comprar a menos de outro. É tudo muito relativo;
  • Falando ainda sobre quantidades, alguns itens como: sabonetes, algodão, álcool, etc., coloquei um número inicial. Óbvio que conforme for acabando você vai substituindo da maneira que achar melhor. Depois que o bebê nascer vai ser mais fácil saber o quanto você gasta de cada produto. Além disso, você conseguirá definir que produtos e marcas mais lhe agradam;
  • Em relação às roupinhas fiz uma lista com o BÁSICO dos BÁSICOS. Hahaha! Fiz assim porque o enxoval de roupas depende muito da época do ano em que o bebê vai nascer e também de como é o clima na sua cidade. Como eu vou colocar na lista um “macacão de plush RN” se alguns bebês nascerão em pleno verão do Nordeste, por exemplo? Além disso, depende do que você está planejando: Quer comprar roupinhas só para os primeiros meses? Quer montar o enxoval até um ano? Até dois? Outros fatores, que também devem ser levados em consideração, são: Você gosta de roupinhas de lã? Quer usar só tip-top ou gosta de vestir o bebê mais moderninho? Existem mil e um tipos de roupas e só você conseguirá definir o que gosta e de que forma quer vestir o seu bebê. Existem: shorts, bermudas, calças jeans, jardineiras, saias, vestidos, camisetas, regatas, etc;
  • Em relação ao tamanho RN, muita gente me falou pra não comprar. Eu comprei POUQUÍSSIMO, resultado: A Giulia nasceu e tudo ficava grande nela (isso porque ela nasceu com 3.400 Kg e 48 cm) e eu tive que sair correndo para comprar mais conjuntinhos de body e calça. Ela usou RN até um mês e pouco! Na verdade, não é que os bebês não usam RN (com exceção daqueles bebezões que nascem com mais de 4 kg – o que já dá pra prever durante a gravidez), é que algumas pessoas preferem usar um tamanho maior, mesmo que as roupas fiquem bem grandes e largas no bebê, e “aproveitá-las” por mais tempo! Então vai de cada um! Eu, particularmente, me incomodava quando colocava uma roupa que ficava sobrando demais na Giulia. De qualquer forma, mesmo usando, eles perdem a roupinha muito rápido. Então, o que aconselho é comprar uma quantidade razoável das roupinhas BÁSICAS. Não vale a pena comprar roupa cara e nem uma quantidade grande de roupas mais “arrumadinhas”, cheia de frufrus. Hehe;
  • Em relação aos sapatinhos, tente resistir! O bebê não precisa de sapatos e, além de saírem TODA hora do pé, dependendo do modelo fica super desconfortável pra ele. Eu confesso que, de vez em quando, não resisto. Mas a Giulia já está com quase seis meses e já sai bastante. Então uso apenas com o intuito de deixá-la “arrumadinha”, rs. E não demoram 5 minutos o sapatinho já está fora do pé. De qualquer forma, ela tem pouquíssimos!!!!
  • Os conjuntinhos de body e calça, principalmente os RN e os de 3 meses, que são usados debaixo do macacão, dê preferência aos brancos, que são mais fáceis de combinar! Compre apenas alguns coloridinhos;
  • Fique atenta aos tamanhos. Nem sempre confie no que está na etiqueta. Acredite se quiser, mas eu comprei um conjuntinho RN para a Giulia que só consegui usar a partir dos 4 meses. Os tamanhos variam muito de marca para marca;
  • Dica valiosa I: Não se desespere querendo comprar TUDO antes do bebê nascer, compre o essencial para os primeiros meses e lembre-se, depois de um tempinho em casa só com o baby, tudo o que você mais quer é dar uma saidinha para arejar a cabeça! Então não se preocupe, você conseguirá comprar as coisas que estiverem faltando e acredite, vai achar o máximo sair para comprar uma colher de silicone, porque ele já vai começar a comer papinha ou comprar um protetor solar, porque o sol está de rachar e ele já completou seis meses e pode se proteger. Ter absolutamente TUDO em casa não tem graça! Haha. Como você vai achar um pretexto pra sair? Haha. É claro, se você for fazer o enxoval do bebê fora do país, nos Estados Unidos, por exemplo, esquece tudo o que acabei de falar! Os itens são bem mais baratos e vale a pena comprar o máximo que puder das coisinhas que o bebê vai precisar até um ou dois anos;
  • Dica valiosa II: Deixe as pessoas presentearem o bebê!!!! Se você comprar absolutamente tudo, o que as pessoas darão no chá, por exemplo? Aqueles itens que, normalmente, são dados no chá de bebê, como Kit de pente e escova, fraldas, panos de boca, toalhas, Kit Unha, etc., deixe pra comprar depois! Se você notar que está faltando algo, é só partir para as compras! Depois do chá, faça uma listinha com os itens finais a serem comprados! Além disso, quando alguém perguntar o que o bebê está precisando, deixe o orgulho de lado e FALE! O seu bolso agradecerá!

 

Bom pessoal, é só Clicar nos links abaixo e baixar as listas.

Lista de enxoval parte 1
Lista de enxoval parte 2

Espero ter ajudado de alguma forma! 😉

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