Minha escolha de carrinho: Chicco Liteway

Eu sei que para muitas gravidinhas (senão todas) a escolha do carrinho é sempre um grande dilema. Mas vou contar uma coisa pra vocês: eu nunca dei muita bola pra isso. Mal pesquisei sobre o assunto e fui pouquíssimas vezes olhar modelos em lojas.

O primeiro carrinho da Giulia nós ganhamos. Era um Travel System da Burigotto. Estava super satisfeita com ele, até começar a sair sozinha com a pequena. Comecei a perceber que o carrinho era um verdadeiro trambolho e toda vez que saíamos com ele, eu ficava mega estressada tentando colocá-lo no carro, tentando abri-lo, fechá-lo e por aí vai. Sem contar que moramos em prédio de poucos andares, portanto sem elevador, apenas escadas e, além disso, nossa vaga de garagem não fica assim na porta de casa. Então, transportá-lo era um verdadeiro empenho.

Decidi que compraria um carrinho mais leve, tipo guarda-chuva.

O primeiro que comprei foi um modelo de três rodas da Baby Go. Não lembro o preço, mas foi bem baratinho. Ele é um carrinho bem simples, pra ser usado em passeios curtos. Usei muito pra passear com ela no nosso condomínio, pra ir à padaria ou à casa da minha sogra, que é bem pertinho da minha. Hoje praticamente não uso, pois a Giulia gosta de ir andando. Carrinho é para os fracos! Haha. O único ponto negativo desse carrinho é que ele não reclina, só tem uma posição, que é a sentada. Fora isso, apesar de simplesinho, acho ele espetacular. Sabem quanto o bichinho pesa? 3,6 kg! Isso mesmo! E fechado fica menor do que a minha bolsa! Hehe. Ele é absurdamente leve, muito mais leve do que a Giulia no primeiro mês de vida! Hahaha.

carrinho baby go

Bom, mas como a Giulia costumava dormir nos passeios mais longos e o da Baby Go não reclinava, achei importante comprar outro que tivesse a posição deitada, mas que também fosse leve e tivesse fechamento “guarda-chuva”. Foi aí que cheguei no Chicco Liteway. Na verdade fiquei em dúvida entre ele e um da Maclaren, que também é muito recomendado. Mas, se não me engano, estava com dificuldade de achar disponível nas lojas o modelo e cor que eu queria do carrinho da Maclaren. Então, acabei optando pelo o da Chicco mesmo.

carrinho chicco

E olhem, não me arrependo! Acho ele ótimo. É claro que não é tão leve quanto o da Baby Go. Bem mais pesadinho na verdade: 7kg. De qualquer forma, é muito mais leve do que o Travel System que tínhamos.

Para mim, os principais pontos positivos dele são:

  • É absurdamente fácil de abrir e fechar;
  • É de alumínio, portanto mais leve do que muitos carrinhos por aí;
  • Não ocupa muito espaço no porta-malas do carro;
  • Tem assento reclinável em 5 posições, inclusive fica totalmente deitado;
  • Pode ser usado até os três anos de idade.

Os pontos negativos são:

  • A capota verão/inverno, como é encaixada, bem de vez em quando sai ao abrir o carrinho (mas nada absurdo e que incomode);
  • O cinto de segurança fica meio frouxo – Já cheguei a ir a uma loja da Chicco para ver se não era eu que não estava conseguindo ajustar o cinto adequadamente, mas a vendedora me contou que realmente ele tinha esse “probleminha”, mas que a Chicco já estava tomando as devidas providências. É provável que os novos carrinhos já não venham mais assim.
  • Preço – Acho meio salgadinho.

Mas, de uma maneira geral, estou bem satisfeita com ele. Já o deixo no carro direto, aí quando saímos é só tirá-lo do porta-malas. Mas como falei antes, hoje em dia usamos muito pouco os carrinhos, a Giulia prefere ir caminhando, ou melhor, correndo!

Ah, e o modelinho da Giulia é o preto mesmo, igualzinho ao da foto! Charmosinho, não acham? rs.

Quem tiver interesse e quiser ler as especificações técnicas é só clicar aqui.

Beijos pessoal!

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Lenços Umedecidos Natural Baby

natural baby

Nos últimos dias, tenho usado nas trocas de fralda da baixinha os lenços umedecidos Natural Baby, da Ever Green, e resolvi vir aqui compartilhar com vocês a minha impressão sobre eles.

Bom, de todos os lenços umedecidos que eu já experimentei – e contei pra vocês aqui e aqui – sem dúvida, o que eu mais gosto é o da Pampers (embalagem verde). Sempre que dá, é ele que eu compro.

Acontece que semana passada, quando os lencinhos da Giulia acabaram e eu tive que ir no Pão de açúcar (mercado com preços altíssimos, na minha opinião) para comprar um pacotinho novo, quase caí pra trás quando vi o preço do lenço da Pampers – R$ 14,00 com 64 unidades.

Procurei uma opção mais em conta (já que não ia conseguir ir em outro local achar o da Pampers por um preço mais camarada) e foi aí que me deparei com o Natural Baby. De cara meus olhinhos brilharam: R$ 9,90 por um pacote com 100 unidades! “Opa, tá compensando muito” – pensei.

Levei, mas fiquei com aquela pulguinha atrás da orelha: Será que é bom? Será que vou ter que comprar outro depois e o barato sairá caro?

Enfim, me surpreendi com a qualidade do lencinho! Achei ótimo! O tamanho é super bom (15×20 cm), bem parecido com os das marcas mais famosinhas. É macio. Úmido na medida certa. Estica, mas não rasga. Limpa super bem. E tem um cheiro bem agradável, apesar de não lembrar muito fragrância de produto infantil. O único ponto negativo (que, na verdade, eu nem dou bola) é que ele não é entrelaçado um no outro, cada lencinho é dobrado separadamente, então pra tirar às vezes é um pouco mais complicado, saem vários de uma só vez ou você não consegue achar a ponta. Mas sério, isso já foi problema pra mim, hoje em dia não tô nem aí, o lencinho sendo bom, pouco importa se ele é entrelaçado ou não!

Acho que vale muito a pena! Podem comprar sem medo, mamães!

Ah, e pelo o que eu vi, eles também são vendidos em embalagens com 50 unidades – mais fáceis de serem carregados na bolsa! Apesar que eu adorei comprar logo um pacotão, aqui em casa usamos MUITO! A Giulia faz xixi demais e cocô de três a quatro vezes ao dia, acreditam? A criatura é uma máquina de fazer cocô! Hahahaha!

Enfim, recomendo!

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O uso da cinta no pós-parto

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O uso da cinta no pós-parto é, sem dúvida, um assunto polêmico. Têm médicos que defendem e recomendam o uso, mas existem aqueles que são totalmente contra.

O meu obstetra disse que eu deveria usá-la por no máximo 15 dias. Segundo ele, o uso prolongado poderia mais prejudicar do que ajudar. O que ele me explicou é que essa questão de que o corpo não volta ao normal, caso a mulher não use a cinta, é lenda! Antigamente acreditava-se nisso, mas hoje em dia sabe-se que a boa recuperação física depende de outros fatores.

Para que eu pudesse entender melhor, ele fez uma analogia com o uso do gesso e a atrofia no músculo causada pelo mesmo. Logo me lembrei de quando meu marido precisou engessar o braço e, depois que tirou o gesso, ele ficou bem mais fino e flácido do que o outro que não havia sido engessado. Assim como o gesso, a cinta impede que os músculos trabalhem, dificultando a recuperação da sua tonicidade.

A grande vantagem da cinta é a sensação de segurança que ela nos dá, principalmente em situações críticas, como andar de carro (chacoalhar dentro do veículo sem cinta e recém-operada não dá né? É uó!). Então, pela sensação de segurança, meu médico achava importante utilizá-la, mas como podia prejudicar a recuperação da tonicidade muscular, enfatizava a importância de não estender o prazo de 15 dias.

Para mim, tudo o que ele disse fez todo o sentido. Então, usei a cinta apenas durante o período recomendado. E acho que, mesmo que ele fosse a favor do uso indiscriminado, eu não teria usado por muito mais tempo. Chegou um momento em que a cinta me incomodava DEMAIS! Coçava, descia e eu tinha que ficar puxando pra cima (eu já estava desinchando), machucava em algumas partes… Achei chatíssimo! É claro que, no começo, foi um pouco difícil me adaptar sem ela! Parecia que estava tudo solto dentro da minha barriga (rs) e eu me sentia um tanto insegura. Mas aos pouquinhos eu fui me acostumando.

Ah, e eu achava que começávamos a usar a cinta já no primeiro dia, logo depois do nascimento do bebê. Mas lá no hospital, só foi permitido colocá-la a partir do segundo dia. E sei que alguns médicos e hospitais liberam apenas a partir do terceiro. Dizem também que a recomendação pode ser diferente dependendo do tipo de parto (o meu foi cesárea), mas isso já não sei dizer pra vocês. Portanto, é sempre bom perguntar ao médico qual a opinião dele sobre isso!

Bom, eu comprei duas e me arrependi. Usei tãoooo pouco! Acho que uma seria suficiente, mas fiquei com medo de sujar e não ter outra para usar enquanto aquela estivesse lavando.

Em relação ao modelo, queria uma que tivesse abertura na frente, que não tivesse a parte do sutiã (uma amiga minha disse que modelos com sutiãs machucavam muito o ombro) e que não tivesse pernas.

A que eu escolhi é bem parecida com a da foto acima. Comprei uma bege e uma preta.

Bom, é isso pessoal! Espero ter ajudado!

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O uso do sling

Eu sou super a favor do uso do sling. Acho o máximo! Lindo, prático, seguro e confortável. Muito melhor do que o canguru, na minha humilde opinião (sintam-se à vontade para discordar).

Infelizmente, eu só fui conhecê-lo meses depois de a Giulia ter nascido. Cheguei a comprar um canguru, mas não me adaptei de maneira alguma. Pesquisei sobre o sling na internet e namorei diversos modelos por algum tempo!

O problema é que não tinha a mínima ideia de qual comprar. Pra quem não sabe, existem vários tipos de sling: Mei Tai, de argolas, Wrap Sling e Pouch Sling.

A escolha é muito pessoal! Difícil dizer qual é o melhor! É claro que não experimentei todos, apenas o modelo que comprei – o Pouch Sling. Mas, sem dúvida, analisando as características de todos e pensando na minha própria personalidade, o Pouch foi a melhor opção. Gosto de coisa prática…esse negócio de passar pano pra cá, passar pano pra lá, dar nó, etc., não é comigo!

O Pouch Sling é ridiculamente fácil de usar! Ele nada mais é do que um pedaço de pano inteiro, sem rupturas! Basta colocá-lo a tiracolo e formar uma “bolsinha” para colocar o bebê dentro. Mais simples do que isso impossível!

Eu comprei o nosso quando a Giulia tinha cinco meses, em uma das edições da feira de Bebê e Gestante. Ele é da marca Bicho Preguiça, que é ótima, super recomendada!

Eu usei bastante em idas ao shopping, passeios rápidos na rua, supermercados, etc. Hoje em dia não uso mais, pois como a Giulia já anda e é cheia de energia, não quer ficar no colo de maneira alguma. O negócio dela é sair correndo pra lá e pra cá, independente de onde estivermos. De qualquer forma, o sling normalmente é utilizado até aproximadamente dois anos de idade.

Queria muito ter usado mais. E quando tiver o segundinho quero acostumá-lo desde RN no sling! A intenção é usar bastante.

Portanto, mais que recomendado!!!! O sling só traz benefícios para o bebê: o deixa mais calmo, por estar bem pertinho da mãe, sentindo seu calor, cheiro e batimentos cardíacos; facilita e tranquiliza o soninho dele; facilita a amamentação, pela posição em que ele fica; facilita a interação com o mundo externo, afinal ele fica mais alto e pode enxergar mais facilmente tudo o que está a sua volta, etc.

E para as mamães e os papais, nada como ter as mãos livres!!!!!!!!! Hehehe!

Agora deixo vocês com uma foto tirada no dia em que comprei o nosso sling (ele é dupla face – um lado preto e outro pink). Eu tô absurdamente feia e esquisita na foto e a Giulia absurdamente gorda (com cinco meses), mas é a única que temos! Rs. Quem sabe eu não tiro uma foto nova qualquer dia, até pra poder comprar?! Aí venho aqui mostrar pra vocês!

Ah, nessa foto a Giulia está de ladinho, com as pernas para dentro da bolsinha do sling, mas no dia a dia não usávamos assim não… Eu sempre deixava as perninhas dela pra fora! Aliás, existem várias posições que podem ser adotadas! É super bacana!

sling

P.S.: Papais usando sling é lindo de viver!

Beijos

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Joelheiras: Vale a pena comprar?

joelheiras

Quando a Giulia tinha mais ou menos oito meses e já estava engatinhando adoidada pela casa, encasquetei que ela precisava de joelheiras.

Como achei que usaríamos muito, comprei duas da Lupo: uma azul e uma rosa. Uma só não seria suficiente.

Confesso que tentei usá-las diversas vezes, mas achei que o negócio mais atrapalhava do que ajudava. Saía toda hora do lugar e apertava muito o joelho gordinho dela. Acabei usando só a azul, a rosa tá novinha guardada.

Tudo bem que, por um lado, a joelheira é boa pra ajudar o bebê a “deslizar” melhor, pois o joelhinho em contato direto com o piso tende a travar o movimento e, consequentemente machucar o bebê, mas nada que uma calça qualquer não resolva. Mesmo se tiver calor na época em que o bebê estiver engatinhando (como foi o caso da Giulia), acho que uma calça – fresquinha, nesse caso – é a melhor opção.

Mas prepare-se para ter que esfregar bem a roupa depois, porque suja! Ah, se suja! Haha!

Bom, hoje em dia não gastaria dinheiro com isso, apesar de ser um item barato!

Mas e vocês, o que acham? Usaram/usam joelheiras nos pimpolhos? Gostam?

giulia com joelheiras

Beijos meu e da baixinha!

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