Projeto fotográfico revela corpo de mulheres após o parto

A fotógrafa Darien McGuire produziu uma série de fotos onde revela o corpo de mulheres após ganharem seus bebês. O título do projeto é “Beauty Revealed Project” (Projeto Beleza Revelada, em inglês) e ela busca mostrar a beleza que existe por trás das estrias, cicatrizes e flacidez, comuns ao pós-parto.

Há um tempo atrás a Pri comentou nesse post aqui sobre como fica o corpo após o parto, mas eu li e acabou passando batido essa questão. Na verdade eu sabia que a barriga esticava bastante e que o risco de dar estrias era grande, mas não tinha assimilado tanto assim, principalmente a flacidez! Agora, vendo essas fotos parece óbvio que a barriga vira uma sanfoninha depois do parto e muitas outras coisas acontecem, mas para muitas mulheres (assim como aconteceu comigo) não é tão óbvio assim! E é muito importante estarmos conscientes dessas mudanças que a gravidez e a vida de mãe acarretam, justamente pra podermos nos preparar emocionalmente pra viver/lidar com isso quando chegar a nossa vez.

Acredito que seja muito difícil de lidar com tantas mudanças acontecendo ao mesmo tempo e a mudança do nosso corpo acredito que seja bastante significativa na vida de uma mulher. Afinal, é o nosso corpo poxa! Aquele que estávamos acostumadas, que os nossos maridos/companheiros estavam acostumados, que simplesmente não era assim.

Esse projeto me tocou muito! Acredito que o sentido mais profundo dele seja a própria aceitação das mulheres (aceitação e não comodismo, que fique claro! hehe) em relação ao seu corpo que pode ter mais ou menos estrias, mais ou menos flacidez, uma cicatriz a mais ou não mas que marca uma nova fase da vida que é repleta de amor! O legal é que algumas mulheres se sentem mais livres após participarem do projeto, uma delas diz: “Nunca fiquei confortável com meu corpo, mas meus filhos são meus presentes, eu lhes dei a vida, e eles me deram esse corpo, mas eles e meu marido me amam, não importa como, e agora eu vejo isso também.” 

Acho que essa fala resume tudo né?! Agora fiquem com as fotos!

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A fotógrafa recebe em sua página no facebook muitas fotos de outros ensaios e de outras mulheres para o projeto, muito legal (e chocante!).

E vocês mamães, como ficou a relação com o corpo após o parto?

Fonte: Hypeness.

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O uso do sling

Eu sou super a favor do uso do sling. Acho o máximo! Lindo, prático, seguro e confortável. Muito melhor do que o canguru, na minha humilde opinião (sintam-se à vontade para discordar).

Infelizmente, eu só fui conhecê-lo meses depois de a Giulia ter nascido. Cheguei a comprar um canguru, mas não me adaptei de maneira alguma. Pesquisei sobre o sling na internet e namorei diversos modelos por algum tempo!

O problema é que não tinha a mínima ideia de qual comprar. Pra quem não sabe, existem vários tipos de sling: Mei Tai, de argolas, Wrap Sling e Pouch Sling.

A escolha é muito pessoal! Difícil dizer qual é o melhor! É claro que não experimentei todos, apenas o modelo que comprei – o Pouch Sling. Mas, sem dúvida, analisando as características de todos e pensando na minha própria personalidade, o Pouch foi a melhor opção. Gosto de coisa prática…esse negócio de passar pano pra cá, passar pano pra lá, dar nó, etc., não é comigo!

O Pouch Sling é ridiculamente fácil de usar! Ele nada mais é do que um pedaço de pano inteiro, sem rupturas! Basta colocá-lo a tiracolo e formar uma “bolsinha” para colocar o bebê dentro. Mais simples do que isso impossível!

Eu comprei o nosso quando a Giulia tinha cinco meses, em uma das edições da feira de Bebê e Gestante. Ele é da marca Bicho Preguiça, que é ótima, super recomendada!

Eu usei bastante em idas ao shopping, passeios rápidos na rua, supermercados, etc. Hoje em dia não uso mais, pois como a Giulia já anda e é cheia de energia, não quer ficar no colo de maneira alguma. O negócio dela é sair correndo pra lá e pra cá, independente de onde estivermos. De qualquer forma, o sling normalmente é utilizado até aproximadamente dois anos de idade.

Queria muito ter usado mais. E quando tiver o segundinho quero acostumá-lo desde RN no sling! A intenção é usar bastante.

Portanto, mais que recomendado!!!! O sling só traz benefícios para o bebê: o deixa mais calmo, por estar bem pertinho da mãe, sentindo seu calor, cheiro e batimentos cardíacos; facilita e tranquiliza o soninho dele; facilita a amamentação, pela posição em que ele fica; facilita a interação com o mundo externo, afinal ele fica mais alto e pode enxergar mais facilmente tudo o que está a sua volta, etc.

E para as mamães e os papais, nada como ter as mãos livres!!!!!!!!! Hehehe!

Agora deixo vocês com uma foto tirada no dia em que comprei o nosso sling (ele é dupla face – um lado preto e outro pink). Eu tô absurdamente feia e esquisita na foto e a Giulia absurdamente gorda (com cinco meses), mas é a única que temos! Rs. Quem sabe eu não tiro uma foto nova qualquer dia, até pra poder comprar?! Aí venho aqui mostrar pra vocês!

Ah, nessa foto a Giulia está de ladinho, com as pernas para dentro da bolsinha do sling, mas no dia a dia não usávamos assim não… Eu sempre deixava as perninhas dela pra fora! Aliás, existem várias posições que podem ser adotadas! É super bacana!

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P.S.: Papais usando sling é lindo de viver!

Beijos

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O melhor pai do mundo – Dave Engledow

Semana passada, procurando uma foto bacana para ilustrar esse post aqui, me deparei com o trabalho divertidíssimo do fotógrafo Dave Engledow.

Dave se intitula “o melhor pai do mundo” e faz montagens divertidíssimas com a sua filhota Alice (LINDA, por sinal).

O cara é criativo pacas! E antes que alguém diga “onde já se viu um pai deixar a própria filha segurar uma faca? Entrar numa panela de água quente? Sentar numa torradeira?”, eu já vou avisando que é tudo photoshop minha gente!!!!!! Inclusive, ele mostra na sua página do face o making off de algumas fotos! Muito interessante! Quem tá aí sem fazer nada, só vagabundeando, vale a pena dar uma conferida!

Bom, é isso! Nada como descontrair numa sexta feira a tarde não é mesmo? (Isso se vocês estiverem lendo esse post numa sexta feita a tarde) Então, divirtam-se com algumas fotinhos que selecionei pra vocês!

P.S.: Se o Dr. House tivesse uma filha, acho que a realidade seria igualzinha às montagens do Dave! Hahaha

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5 Dicas de arte para crianças pequenas

arte criancaEsses dias eu vi essa imagem no face e me lembrei de como muitas crianças ficam hipnotizadas por horas e horas nesses eletrônicos e por mais que seja muito legal e estimulante não é só isso! Estou trabalhando dando aulas de artes pra crianças e  elas gostam de outras coisas também! É só mostrar, oferecer, brincar com ela!

Então hoje resolvi dar algumas dicas e falar um pouquinho da importância da arte para crianças a partir de 1 ano e meio (sim, com apenas 1 ano e meio seu filho já pode fazer muita arte! Em todos os sentidos haha). Na verdade a maior função da arte na criança pequena é fazer com que ela tenha contato com diferentes tipos de materiais e texturas, afinal ela está conhecendo o mundo e quanto mais experiências ela tiver melhor! Outro aspecto importante é que nesse processo ela está desenvolvendo sua autonomia e criatividade, ampliando sua percepção do mundo e lidando com os mais diversos tipos de sentimentos! Então mamãe, se você não for paranóica por limpeza (e se vc for, pense nisso com muito carinho) deixe seu filho brincar com tinta, faça com ele massinha caseira,  deixa ele se sujar! (com coisas “saudáveis”, claro! haha).

As dicas que eu dou para quem vai fazer isso em casa são:

  • Tenha uma “roupa de guerra”! Sim, ele vai limpar a mão na roupa e por mais que a tinta/material seja lavável pode ser que não saia 100%.  Então tenha uma roupa só pra isso ou use um camisetão (uma camiseta velha sua).
  • Tenha um espaço só pra isso. Delimite um espaço na casa só pra isso, assim a criança vai assimilando que ela não pode fazer isso em outros ambientes pois ela tem um lugar só pra fazer arte. Pode ser a cozinha que é de azulejo e fácil de limpar (mas forre o chão gelado please! Nós usamos um cobertor e uma lona por cima, mas vc pode usar qualquer plástico, desses de toalha de mesa mesmo) ou o banheiro, dentro do box (as crianças amam pintar paredes e o banheiro é bem mais fácil de lavar né?!)
  • SEMPRE supervisione de perto as atividades artísticas do seu filho! Ele pode se machucar ou querer colocar algo na boca e dependendo do material que você está oferecendo ao seu filho não dá pra experimentar dessa maneira! hehe.
  • Ofereça os mais variados materiais para ele recortar, colar, pintar, grudar, amassar, etc. Por exemplo, você pode oferecer tinta guache para ele pintar, adicionar água na tinta para ele ver como a tinta fica mais mole e como é pintar com aquela tinta diferente, você pode dar milho de pipoca, feijão e arroz,  pra ele colar num papel e ver qual é a textura, a cor, o formado de cada um e como se faz para colar na folha.
  • Deixe ele participar ativamente do processo! Não subestime a capacidade de uma criança! hehe. Se você for fazer massinha caseira por exemplo, permita que ele toque (enfie a mão mesmo) na farinha, no sal, no óleo, na tinta colorida, etc. Além disso deixe que ele te ajude a colocar punhados dos ingredientes no recipiente e te ajude a misturar aquela meleca toda! Essa experiência é super importante para os pequenos, por mais que pareça boba para nós!

Não se assuste se a criança sentir aversão a tocar em algum material (óleo, pena, tinta, etc), lembre-se que aquilo é algo novo pra ela e essa aproximação pode ser aos poucos! Não desista, tente oferecer outro dia pra ela. Tem criança que adora logo de cara, mas tem criança que vai mais devagar! Tudo depende da personalidade da criança e aos poucos ela (e você) vai descobrindo o que é prazeroso pra ela ou não. Mas para que ela (e você) saiba disso ela precisa experimentar, não é?! Não se baseie nos seus gostos pra determinar o que a criança vai ou não fazer, conheço gente que não gosta de tocar em pena, mas pode ser que seu filho goste!

Caso você não queira que seu filho faça isso em casa você pode levar ele nas aulinhas de artes da Tia Came ! Lá você vai participar com ele desse processo em um espaço criado só para isso! Mais informações no site do Espaço Criança em Foco.

 

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Joelheiras: Vale a pena comprar?

joelheiras

Quando a Giulia tinha mais ou menos oito meses e já estava engatinhando adoidada pela casa, encasquetei que ela precisava de joelheiras.

Como achei que usaríamos muito, comprei duas da Lupo: uma azul e uma rosa. Uma só não seria suficiente.

Confesso que tentei usá-las diversas vezes, mas achei que o negócio mais atrapalhava do que ajudava. Saía toda hora do lugar e apertava muito o joelho gordinho dela. Acabei usando só a azul, a rosa tá novinha guardada.

Tudo bem que, por um lado, a joelheira é boa pra ajudar o bebê a “deslizar” melhor, pois o joelhinho em contato direto com o piso tende a travar o movimento e, consequentemente machucar o bebê, mas nada que uma calça qualquer não resolva. Mesmo se tiver calor na época em que o bebê estiver engatinhando (como foi o caso da Giulia), acho que uma calça – fresquinha, nesse caso – é a melhor opção.

Mas prepare-se para ter que esfregar bem a roupa depois, porque suja! Ah, se suja! Haha!

Bom, hoje em dia não gastaria dinheiro com isso, apesar de ser um item barato!

Mas e vocês, o que acham? Usaram/usam joelheiras nos pimpolhos? Gostam?

giulia com joelheiras

Beijos meu e da baixinha!

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