Tentando ser uma mãe melhor…

mae melhor

Sempre escutei muitas mães falarem que após o nascimento dos filhos tinham se tornado pessoas melhores. Até pouco tempo eu não conseguia entender isso muito bem. Como assim pessoas melhores? Um filho tem um poder tão grande de nos transformar? E qual a dimensão dessa transformação? Só fui entender isso na prática, no dia a dia com a minha filha. E hoje posso dizer com todas as letras que SIM, um filho muda tudo (internamente) pra melhor! Estou longe de ser perfeita e, sinceramente, mesmo que perfeição existisse, não seria algo que buscaria pra mim! Como boa libriana, o que busco é equilíbrio.

Desde que a Giulia nasceu tem algo inquieto aqui dentro de mim! Junto com ela nasceu uma vontade grande de MUDAR, de ser exemplo, de ser pra ela motivo de orgulho e admiração!

Como todo ser humano, tenho mil e um defeitos e muitos deles, ouso dizer, são incompatíveis com a maternidade! PRECISAM ser reavaliados, reinventados ou, simplesmente, eliminados. Não acho que devemos deixar de ser quem somos, mas acho que temos que deixar de lado sentimentos e posturas que não condizem mais com essa nova vida – a vida de mãe e pai.

É difícil mudar? Sim! Renúncia, seja lá ao que for, causa muito sofrimento! Ter que aprender novas formas de ser e agir então… é ainda mais complicado! Mas quando fazemos isso por amor, principalmente por amor a um filho, tudo se torna mais fácil e mais gratificante. A gente colhe os frutos dessa mudança, frutos grandes, suculentos e adocicados. Claro, nem sempre as coisas saem como a gente gostaria. Mas ter a consciência limpa de que você fez a sua parte, de que você doou o seu melhor para o seu filho e de que você se tornou de fato uma pessoa melhor por ele e para ele, não tem preço né? Só isso já é motivo de muita alegria. Só isso já dá todo o sentido pra aquele sofrimento inicial, pra toda àquela renúncia, pra todo aquele distanciamento da nossa zona de conforto. Porque ter filhos é sair TOTALMENTE da nossa zona de conforto! É se deparar com o novo, o desconhecido, com as situações temidas e ameaçadoras!

É precisar ter muito jogo de cintura e saber se reinventar a cada instante, a cada situação nova. Não é fácil!

Por aqui tenho tentando mudar de tudo um pouco, desde os hábitos alimentares até a relação com a espiritualidade. Aos pouquinhos (baby steps) as coisas estão evoluindo. Mas a velocidade em que as coisas acontecem pouco importa, o que importa de fato – pelo menos pra mim – é a minha real vontade de mudar, de ser exemplo, de passar valores bacanas pra minha filha, de contribuir para a formação de uma pessoa feliz e do bem.

Tenho lido muito e, consequentemente, aprendido coisas novas. Coisas que nem imaginava que existiam. Pensamentos, conceitos, condutas, que antes eram totalmente alheios a mim. Tudo isso tem me ajudado bastante a buscar o melhor pra mim e pra minha família. Mas ainda é só o começo… Tenho muito que aprender.

Lembrando que não estou buscando a perfeição, como já falei acima… Não quero ser perfeita, nem tampouco ter uma filha perfeita! Até porque o que é considerado perfeição hoje em dia? Ser fisicamente bonito e atraente? Andar impecavelmente arrumado e com roupas caras e de marca? Ter um super carro na garagem? Uma casa de “causar inveja”? Uma carreira profissional muito bem sucedida? Não vou ser hipócrita e dizer que não gosto de conforto, de gastar um dinheirinho com coisas fúteis (rs) de vez em quando, de me sentir bonita, de colocar roupinhas fofas na minha filha, de comprar alguns mimos pra ela! Não, eu gosto sim! Mas não acho que isso seja sinônimo de felicidade e não quero que ela cresça achando que é.

Quero que ela se aceite como for, de beleza comum ou incomum, de cabelo liso ou crespo, gordinha ou magrinha, alta ou baixa… Quero também que ela aceite as pessoas como elas são, que ela respeite as diferenças! Afinal, cada um possui suas infinitas qualidades! Ninguém é melhor que ninguém… Quero que ela batalhe, estude e busque uma condição de vida digna, mas que ela não seja escrava do consumismo, que ela também não coloque às suas conquistas materiais acima de qualquer coisa e que não desrespeite e menospreze as pessoas para conseguir alcançar seus objetivos… Quero que ela seja solidária, que se coloque no lugar do outro, que faça caridade, que tenha compaixão… Quero que ela seja educada, que não jogue lixo nas ruas, que respeite filas, que dê o lugar, que estenda as mãos, que peça desculpas, que diga obrigada… Quero que ela seja honesta e que não tente tirar proveito de algumas situações… Quero que ela cuide da sua espiritualidade, independente de religião… Quero que ela seja feliz, de riso fácil e abraço apertado.

Conseguir passar tudo isso pra ela não será tarefa fácil (aliás, não está sendo). Na teoria é muito simples: muito amor, carinho, brincadeiras, conversas, limites e menos desprezo, ausência, pressão, cobrança e expectativas. Mas na prática o buraco é muito mais embaixo! É exercício diário. São muitas renúncias, erros, acertos, aprendizados, choros, sorrisos e outras cositas más.

O importante é não deixar a peteca cair e fazer tudo em nosso desse lindo, brilhante e incomensurável amor.

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O melhor pai do mundo – Dave Engledow

Semana passada, procurando uma foto bacana para ilustrar esse post aqui, me deparei com o trabalho divertidíssimo do fotógrafo Dave Engledow.

Dave se intitula “o melhor pai do mundo” e faz montagens divertidíssimas com a sua filhota Alice (LINDA, por sinal).

O cara é criativo pacas! E antes que alguém diga “onde já se viu um pai deixar a própria filha segurar uma faca? Entrar numa panela de água quente? Sentar numa torradeira?”, eu já vou avisando que é tudo photoshop minha gente!!!!!! Inclusive, ele mostra na sua página do face o making off de algumas fotos! Muito interessante! Quem tá aí sem fazer nada, só vagabundeando, vale a pena dar uma conferida!

Bom, é isso! Nada como descontrair numa sexta feira a tarde não é mesmo? (Isso se vocês estiverem lendo esse post numa sexta feita a tarde) Então, divirtam-se com algumas fotinhos que selecionei pra vocês!

P.S.: Se o Dr. House tivesse uma filha, acho que a realidade seria igualzinha às montagens do Dave! Hahaha

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A exaustiva rotina de mãe

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Nunca prestei atenção na quantidade de coisas que faço durante o dia! Até que na segunda-feira, após eu dizer que estava morrendo de cansaço, precisando de uma massagem e o marido dizer: “casada do quê? Você não fez nada!” (calma! Ele não é nenhum monstro insensível. Falou brincando, pra me sacanear mesmo. Ele é daqueles que perde a esposa, mas não perde a piada. rs) , decidi recapitular tudo o que eu fiz.

Acordamos (eu e a Giulia). Dei mamá pra ela. Brincamos um pouco. Logo depois tomamos café da manhã. Ela dormiu (coisa raríssima de acontecer nesse horário). Coloquei uma tonelada de roupa pra lavar. Enquanto a máquina trabalhava fiz uma parte do almoço (tinha sobrado um pouco de arroz e feijão da noite anterior. Só precisei fazer uma saladinha e grelhar uns bifinhos).  Como ela já tinha acordado nesse meio tempo, eu dei o almoço. Depois que ela comeu tudo (mentira! Depois que comeu o que queria comer) limpei toda a bagunça que ela fez (tinha um monte de comida no chão e no cadeirão. Aff). Tudo relativamente limpo, deixei ela assistindo Discovery Kids e fui almoçar. Depois do almoço dei banho nela. Pendurei a tonelada de roupa que tinha lavado. Fui pro banho, enquanto ela ficou brincando sozinha no quartinho dela. Me arrumei. Arrumei a bolsa dela. Catei tudo: bolsa, bebê, chave do carro e saímos. Passei na farmácia (ela queria mexer em tudo, estava birrenta e inquieta e eu não sabia como segurá-la ao mesmo tempo em que pegava o cartão para pagar as minhas compras). Depois fomos ao postinho tomar a segunda dose da vacina da gripe e a gotinha (não fomos no dia da campanha). No posto passei por mais um sufoco. A Giulia queria entrar em todas as salinhas de atendimento, apertar todos os interruptores e arrancar todos os panfletos e cartazes que estavam presos no mural (inclusive alguns ela conseguiu. Pensa na minha cara de desespero e de vergonha?!). Mas sobrevivemos. Depois do posto voltamos pra casa. Foi só ela sair do carro que quis ir direto pro parquinho do condomínio. Ficamos lá um tempo. Ela ama o balanço e, se deixar, quer que a gente fique hooooras balançando! É um parto conseguir tirá-la de lá. Mas consegui. Só no trajeto parquinho-porta de casa, ela tentou voltar para brincar umas quinhentas vezes, um tênis dela saiu do pé, meu celular se espatifou no chão, ela levou um tombo naqueles, chorou, riu, parou pra mexer numa torneira, no carrinho de supermercado e eu me injuriei e peguei ela no colo. Chegando em casa trocamos de roupa. Dei tangerina à ela de lanchinho da tarde. Transformei um pão velho em torradas. Ofereci uma a Giulia, mas ela decidiu esfarelar a torrada todinha. Varri o chão. Fiz ela dormir (já estava na hora da sonequinha da tarde). Enquanto ela dormia, coloquei mais roupa pra lavar (deixei acumular. =/). Publiquei um post aqui no blog e respondi alguns e-mails. Lavei toda a louça. Ajeitei a cozinha. Passei pano no chão da sala. Catei todos os brinquedos espalhados. Arrumei o quartinho dela. Pendurei o restante das roupas que eu tinha lavado. Logo depois que ela acordou, o marido chegou. Ufa! Enquanto eles brincavam juntos, lá fui eu preparar a janta (suflê de chuchu, arroz, alcatra grelhada e tomates cereja). Dei janta pra ela e depois eu e marido jantamos. Tirei a mesa. Ficamos os três juntos um pouco. Próximo do horário dela dormir, marido escovou os dentes dela e trocou a fralda. Lavei toda a louça. Tudo devidamente limpo e no lugar, fui fazer ela dormir (dia atípico! Essa tarefa não é minha, é do meu marido, mas meu pai ligou bem na hora. Queria conversar com ele. E como sei que o papo dos dois vai sempre longe – falam demais – resolvi  tomar as rédeas da situação, rs). A baixinha se enrola pra dormir comigo, então lá se foram uns quarenta minutos tentando fazer com que ela pegasse no sono (qualquer dia explico como a gente faz aqui em casa). Depois que ela dormiu, saí do quarto e olhei no relógio: já passava das 22h. Entrei na internet, fiquei fuçando um blog aqui, outra acolá. Marido e eu decidimos assistir mais uma das palestras da Anete Guimarães. E eu implorei pela tal massagem. Tava só o pó. Ele não fez necessariamente a massagem, mas ganhei um carinho delicioso nas costas.

E assim foi o meu dia. Isso porque faltou contar todas as vezes que tive que trocar a fralda, todas as vezes que amamentei, todas as vezes que escovei os dentes dela, todas as vezes que ofereci água, todas as vezes que tive que tirá-la de dentro da gaveta, todas as vezes que tive que repreendê-la por puxar o aparelho da NET, todas as vezes que tive que dizer não quando ela tentava subir e pular na poltrona…e por aí vai! Rs.

É claro que tenho dias mais tranquilos que esse. Mas também tenho dias beeem mais corridos e estressantes. Às vezes tenho que trabalhar, às vezes não. Às vezes tem comida pronta, às vezes não. Às vezes temos algum (ou mil) compromisso (s), às vezes não. Às vezes a Giulia tá um anjo, mas na maioria das vezes não! Hahaha.

De qualquer forma, não posso reclamar, poderia ser muito pior! Hehe. Sei que existem muitas mamães que, por N motivos, possuem uma rotina bem mais complicada e cansativa que a minha e que passam por verdadeiros perrengues, seja com doença, falta de grana (ops, desse mal também sofro. rs), problemas de relacionamento com o parceiro, etc.

Só queria dizer com esse post que ser mãe é cansativo pra c*****, que tenho saudades da época em que podia sentar a bunda no sofá e assistir tranquilamente a sessão da tarde, que podia sair só com o celular, a minha carteira e a chave do carro, sem hora pra voltar, que podia fazer um miojo qualquer só pra tapear a fome, que podia acordar meio dia nos dias de folga…

Tudo bem que eu não trocaria a minha vida de hoje (com a baixinha) por nada nesse mundo, mas que às vezes dá vontade de gritar “PAREM O MUNDO QUE EU QUERO DESCER!”, ah isso dá!

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10 coisas que não se deve fazer com o(s) filho(s) dos outros!

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1)      Pegá-lo no colo sem lavar as mãos (no caso de bebês, principalmente RN’s) – A pessoa dirige, pega dinheiro na carteira, limpa a bunda no banheiro e acha que pode segurar um serzinho pequeno, frágil e indefeso sem a higienização adequada? Por favor, né!?

2)      Pegar, morder, beijar ou acariciar a mãozinha (no caso de bebês) – Pelo amor de Deus gente, mesmo com as mãos limpas (e os dentes escovados, rs) isso não se faz! Bebês têm o hábito de levar as mãos na boquinha invariavelmente. Não passe seus germes, vírus e bactérias pra eles, please! Nós, mamães, agradecemos a compreensão.

3)      Falar/balbuciar/emitir grunhidos muito próximo do rosto do bebê – Irritante e nojento, principalmente se você tem bafo e fala cuspindo!

4)      Fumar perto dele (seja ele um bebê, uma criança ou um adolescente) – Vá se matar sozinho, por favor! A criança não tem nada a ver com esse seu vício maldito (deu pra perceber que odeio cigarro, né? Hahaha).

5)      Colocá-lo contra os pais – “Vem aqui com o tio. A mamãe é chata mesmo!”. Coisa muito feia de se fazer, ok?

6)      Deixar seu próprio filho (normalmente pentelho, inconveniente e desobediente) tocar, amassar ou pegar o bebê alheio – Alou?! O bebê não é um bonequinho de pano pra você deixar seu filho fazer o que ele bem entender com a criatura! É preciso ter bom senso e impor limites.

7)      Acordar a criança, que dormiu após horas de trabalho árduo dos pais, só porque “criança dormindo não tem a menor graça” – Tem noção de como pode ser difícil fazer uma criaturinha dormir? Sem contar que é normalmente no período em que ela está dormindo que os pais aproveitam para agilizar algumas coisas (lavar louça, pagar conta, comer ou simplesmente descansar). Os piores “acordadores” (rs) são aqueles que fingem não estar fazendo nada (inocentes!), mas  começam a falar mais alto, a mexer na criança, a tossir, gargalhar e quando vemos: pimba! O pequeno ser acordou! Good job!

8)      Deixá-lo brincar com coisa que não deve – Talheres pontiagudos, coisas de vidro, moedas, pecinhas pequenas (no caso de bebês), frascos de remédio, etc. Tem gente que acha que vale tudo na hora de entreter a criança! Que coisa!

9)      Enganá-lo ou assustá-lo de “brincadeirinha” – Tem gente que é tão espírito de porco (nada contra o porquinho, tadinho!) que não sossega enquanto não ver a criança chorando. Maldade, muita maldade!

10)   Alimentá-lo sem a autorização dos pais – Já parou pra pensar que a mãe se mata diariamente para fornecer uma dieta sem açúcar, gordura, rica em alimentos saudáveis, livres de agrotóxicos, hormônios e produtos químicos, temperados com sal marinho, ervas naturais e caldo de carne caseiro? A criatura faz sua própria horta e cria suas próprias galinhas! Pra quê? Pra vir um sem noção e enfiar uma Trakinas de chocolate na boca da criança, jogando todo o esforço dessa pobre mãe por água abaixo? Tá, exagerei! Haha. Mas falando sério, nunca se sabe quais são as restrições alimentares da criança. Ela pode ter alergia a algum alimento ou simplesmente, por opção dos pais, não tê-lo experimentado ainda (como no caso de doces). Então não custa nada perguntar antes se pode ou não!

Mas e aí, concordam? Acrescentariam algo?

P.S.: Amigos e família, se eu já fiz alguma dessas coisas com os filhos de vocês, me perdoem! Haha!

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Sinéquia dos Pequenos Lábios

Naked_Baby

Já ouviram falar sobre sinéquia dos pequenos lábios? Não? Então sentem aí que eu vou explicar! Hahahaha! Ok, não sou nenhuma expert no assunto, mas descobri o que esse nomezinho esquisito significa há pouco tempo e achei super importante vir aqui compartilhar com vocês, principalmente com as mamães de meninas.

Bom, sinéquia significa aderência/fusão. Então sinéquia de pequenos lábios nada mais é do que uma aderência dos pequenos lábios da vagina (ou pepeca, como minha sobrinha costuma dizer, rs).

Algumas semanas atrás, descobrimos que a baixinha tinha esse problema. Numa consulta de rotina o pediatra examinou a pepequinha dela e foi categórico: uma parte dos pequenos lábios está “fechadinha”. Como assim Doutor? Sempre fazemos a higiene bem bonitinha, conforme orientação recebida, e nunca percebemos nada! Pois é, muitas vezes é difícil perceber!

Como a Giulinha nunca apresentou nenhuma irritação ou infecção na região e eu também não sabia exatamente qual deveria ser o tamanho do “buraquinho” (rs), não imaginei que ela pudesse ter este tipo de problema.

Segundo o pediatra, isto ocorre devido à baixa produção de estrogênio nos bebês e crianças pequenas. E pelo o que ele falou, e também pelo o que eu li a respeito, este problema é muito frequente! Tanto é que acabei descobrindo que não só eu como minhas sobrinhas também “sofreram desse mal” (haha) quando bebês.

Só não entendo uma coisa: se é tão frequente, porque os pediatras e ginecologistas não divulgam tanto o assunto? O fato de muitas mães desconhecerem o problema é o que me motivou a escrever este post. O conhecimento precisa ser compartilhado! Então, cá estou!

Bom, o tratamento é simples. O médico receitou uma pomada chamada Premarin. A orientação era passar duas vezes ao dia (manhã e noite) durante dez dias. Depois desse período, era para passar apenas uma vez ao dia até descolar totalmente! Já estamos no décimo terceiro dia e já está quase 100%. Só falta uma parte mínima descolar! Mas já deu uma diferença enorme!

De qualquer forma, mesmo depois de separar totalmente, é necessário ficar observando e abrindo delicadamente os pequenos lábios para que não ocorra uma nova aderência. Se ocorrer, tem que voltar a usar a pomada!

Bom, espero ter ajudado de alguma forma! Acho super importante as mamães de meninas ficarem atentas a isso! É claro que cada caso é um caso e é sempre imprescindível consultar o médico caso tenha alguma dúvida ou note algo de diferente na região genital do bebê. Apenas quis repassar esta informação importantíssima e contar um pouquinho da nossa experiência.

Beijão.

*Imagem tirada daqui

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