Coisas que sinto falta….

sinto falta

Eu amo ser mãe. Além da minha pequena ser tudo pra mim e eu amá-la incondicionalmente, a maternidade me proporcionou momentos de vida incríveis e um amadurecimento sem igual. Posso reclamar? Não! Mas estaria mentindo pra vocês se dissesse que não sinto falta de nada da minha vida de antes. Acho que toda mãe sente saudades de alguma coisa. Mas não é uma saudade atrelada a um arrependimento. Eu, pelo menos, não gostaria de voltar no tempo. Ter minha filha aqui comigo é bom de mais. É mais uma saudade do tipo: “Devia ter aproveitado mais enquanto eu podia”.

Então, compartilho com vocês as coisas que mais sinto falta:

  • De nos finais de semana, acordar a hora que eu quiser – De preferência por volta do meio-dia. Dorminhoca assumida;
  • De assistir ao que eu bem entender na TV – Aqui em casa quando a TV está ligada, está SEMPRE sintonizada no Discovery Kids. Não guento mais;
  • De não precisar me preocupar em cozinhar todo santo dia – Queria muito não precisar quebrar a cabeça para oferecer refeições balanceadas, pratos coloridos e nutritivos. Era tão bom quando eu não estava nem um pouco a fim de ir pra cozinha e podia pedir uma pizza, comer Mc ou qualquer outra porcaria! (Mas, ao mesmo tempo, agradeço à minha filha por ter me tornado uma pessoa mais saudável. Hehe);
  • De ir ao cinema – Sinto muita falta. Hoje em dia, ir ao cinema é coisa rara. Tem que ser muito bem programado e precisamos deixar a baixinha com a vovó. Antes da Giulia, ir ao cinema era nosso programa de casal favorito;
  • De sair com os amigos – Depois que me tornei mãe, muitos amigos se afastaram e, óbvio, que também me afastei de alguns. Natural, o foco mudou! Mas sinto saudades dos encontros, barzinhos e jantares.
  • De viajar com o marido – Só nos dois, para um lugar tranquilo, que pudéssemos descansar e esquecer do mundo;
  • De almoçar e jantar tranquilamente – Sem interrupções e sem pressa;
  • De ter a casa arrumada e inteira – Explico: além da Giulia deixar tudo sempre espalhado pela casa (normal né? Criança!), ela já destruiu um monte de coisa aqui dentro (por isso a palavra “inteira”). Quando estava nascendo os dentinhos, ela ficava roendo o rack da sala (que agora está todo riscado) e arrancando pedaços de couro das cadeiras da mesa de jantar (que agora estão todas comidas…hehe). Fora a gaveta do rack que ela descolou o fundo de tanto pular dentro, um vasinho de flores que ela espatifou no chão, etc.
  • De ficar sentada (ou melhor, esparramada) no sofá, por horas e horas, enrolada nas cobertas, assistindo um seriado e comendo um monte de porcaria – Hum, isso era bom!
  • De sair de casa a hora que eu quiser e ir aonde me der na telha – Não preciso falar mais nada né? Essa liberdade toda não me pertence mais.
  • De sair de casa sem precisar carregar uma penca de coisas – Carrinho, bolsa da Giulia, brinquedos, manta, etc, etc, etc.
  • De ter tempo para cuidar de mim, me arrumar e andar um pouco mais apresentável – Hoje em dia raramente a depilação fica em dia, as unhas estão sempre por fazer, a sobrancelha parecem duas taturanas e o cabelo… Ah, o cabelo prefiro nem comentar! rs;
  • De poder usar óculos – A Giulia adora arrancar meus óculos do rosto e destruí-los. Como não gosto muito de usar lente de contato, sinto falta de poder usar óculos em paz. Hahaha;
  • De ir a um restaurante, comer tranquilamente e ficar sentada durante horas jogando conversa fora – Sem precisar ficar entretendo o bebê que insiste em sair do cadeirão e sem precisar tirar tudo de perto da criaturinha, pois quando você menos espera, ela enfia a mão no seu prato, joga comida no chão ou pega o seu garfo ou sua faca e põe na boca.
  • De tomar banho demorado – Daqueles que você sai enrugada de tanto que demorou. Daqueles que você aproveita pra pensar na vida, pra fazer planos ou, pra simplesmente, ler o rótulo do shampoo.

E vocês, do que mais sentem falta?

 

 

 

 

 

 

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Como organizar a rotina com um bebê em casa

rotina mãe

No post de hoje quero dar algumas dicas de como organizar a rotina com um bebê em casa. Antes de tudo, quero deixar claro que não sou a pessoa mais organizada do mundo, muito pelo contrário. Mas como estou aprendendo na marra a manter as coisas em ordem por aqui, resolvi compartilhar com vocês o que tem dado certo pra mim.

Logo que a Giulia nasceu, meu marido tirou férias do trabalho e minha mãe passou um mês conosco nos ajudando, ou seja, eram três pessoas para cuidar da pequena e dos afazeres domésticos. Depois que minha mãe voltou pra casa dela e meu marido voltou a trabalhar eu penei pra conseguir criar uma rotina e, principalmente, conseguir dar conta dela! Meus dias eram muito instáveis, às vezes dormia nos horários de soneca da Giulia, às vezes não, às vezes lavava a louça do almoço, às vezes deixava acumular, às vezes me empolgava pra dar uma ajeitada na casa, às vezes deixava tudo de pernas pro ar! Com o passar do tempo, essa falta de rotina e organização foi me deixando completamente maluca, principalmente quando a Giulia começou a comer papinhas. Eu precisava botar ordem no caos! Uma coisa era eu ficar sem comer, porque não tinha feito nada para o almoço ou não tinha me organizado para ir ao mercado. Mas, deixar a pequena sem se alimentar não rolava.

Então bolei um plano, com o maridão claro (pois sem a ajuda dele não tem a mínima condição), e comecei a coloca-lo em prática! Confesso que no começo foi difícil, mas aos pouquinhos as coisas foram entrando nos eixos.

Que fique claro que não seguimos nenhuma rotina rígida. Nem sempre tem coisas deliciosas e variadas para comer. Nem sempre a casa tá arrumadinha e cheirosinha. Nem sempre as roupas estão todas lavadas. Mas o básico (que já conto pra vocês) a gente sempre faz, ou pelo menos tenta fazer (rs).

Bom, mas vamos às dicas:

  • Use uma agenda – Podem me chamar de antiquada, mas eu não abro mão de uma boa e velha agenda de papel e de uma caneta Bic (mentira! Pode ser qualquer caneta). Mas tudo bem, se você é adepto de tecnologias, pode usar a agenda do notebook, tablet ou do celular! O importante é anotar os principais compromissos e informações que não pode esquecer. Vida de mãe é loucura total né gente? Não dá pra confiar só na nossa memória. Eu anoto TUDO na agenda: datas de vacinação (mesmo já anotadas na caderneta), consultas com pediatra, contas pra pagar, coisas que preciso comprar no supermercado, etc.
  • Crie uma rotina pra você – Acho importante estabelecer horários não só para a criança, mas para você também. Normalmente nos preocupamos tanto com o dia a dia do bebê, que nos esquecemos de nós mesmos. Aqui em casa, a partir dos horários que a Giulia come, brinca e tira sonecas eu consegui organizar as minhas atividades também. Por exemplo: na soneca da tarde, eu aproveito para realizar as tarefas de casa, quando o pai chega, eu tomo o meu banho, quando ela dorme à noite, eu cuido do blog, e por aí vai. É claro que nem sempre consigo fazer tudo certinho, até porque, como já comentei com vocês, tem dias que trabalho no consultório (aí tudo muda), mas de uma maneira geral, tento manter as coisas organizadas dessa forma.
  • Não faça bagunça – Bebês sempre fazem aquela zona! É brinquedo espalhado pra cá, livrinho espalhado pra lá, comida jogada no chão, etc. Mas você não precisa ser igual né? Hehehe. Então quando chegar em casa, não jogue o casaco no sofá, não deixe o sapato no chão, a toalha na cama, o copo em cima da mesa. Guarde tudo nos seus devidos lugares! Já repararam que quando deixamos uma coisinha fora do lugar, parece que desanimamos com todo o resto e num piscar de olhos a casa vira um verdadeiro caos? Bom, pelo menos comigo é assim! Por isso que hoje em dia me policio muito para não deixar coisas espalhadas por aí.
  • Faça o básico todos os dias (e não deixe pra depois) – Pelo menos pra mim, o básico é: varrer o chão, limpar a cadeira de alimentação da Giulia após as refeições, lavar a louça e arrumar os brinquedos que a Giulia deixa espelhados pela casa. Cada um deve definir o que é mais importante. Aqui em casa esses quatro itens são essenciais. Se eu não fizer, fica tudo de pernas pro ar! Raramente (mesmo!), deixo alguma dessas tarefas acumulada para o dia seguinte! É muito mais fácil se livrar logo do problema. Deixar pra depois só prorroga o sofrimento, além de atrapalhar toda a rotina do dia seguinte.
  • Crie um cardápio semanal ou mensal – Eu e meu marido não somos tão rígidos quanto a isso. Não fazemos um cardápio completinho do tipo: “segunda: arroz, feijão, bife e suflê de chuchu, terça: Macarrão e peito de frango, etc.” Mas imaginamos o que gostaríamos de comer naquele mês (principalmente em relação a carnes) e montamos a nossa lista de supermercado com base nisso.
  • Congele – Eu congelo muita coisa e essa prática facilita a minha vida de uma forma absurda! Com carnes fazemos assim: compramos, por exemplo, três quilos de peito de frango… Deixamos ele bem limpinho e dividimos em três porções de um quilo cada. Uma porção a gente faz filés, a outra cortamos em cubinho para estrogonofe e a outra cozinhamos e desfiamos. Tudo pronto, colocamos todas as porções no congelador e vamos usando conforme o que queremos comer. A mesma coisa vale para a carne moída, o pedaço de alcatra, etc. Tenho costume também de fazer mini hambúrguer caseiro e congelar. Esse mês fiz tanto hambúrgueres de frango, quanto de carne. Ficam uma delícia! Além disso, congelo feijão (sempre faço uma quantidade maior para congelar, depois eu só tempero), pão de queijo caseiro, cebolinha e salsinha (lavo bem, pico e separo em mini potinhos), etc. Quando a Giulia comia comida separada da nossa eu também fazia as sopinhas em quantidades maiores e congelava, para oferecer naqueles dias mais críticos, que não temos tempo pra nada.
  • Divida as tarefas com o (a) seu companheiro (a) – Facilita muito. Aqui em casa, por exemplo, algumas tarefas ficam comigo, outras com meu marido. Por exemplo, sou eu quem escova os dentes da baixinha e quem cozinha e é ele quem faz ela dormir e leva o lixo pra fora. É claro que também não é algo rígido, estipulamos isso para facilitar um pouco nossa vida. Mas, se por algum motivo, eu não posso no momento escovar os dentes dela, ele escova numa boa, assim como se por algum motivo ele não pode fazer ela dormir, eu faço com o maior prazer! Não fazemos divisões de tarefas por gênero, fazemos de acordo com o que fica mais conveniente para os dois e cada um faz de tudo um pouco.
  • Deixe a casa totalmente segura e preparada para seu filho – Aqui em casa depois que colocamos grades de proteção na cozinha, protetores de tomada, tiramos cacarecos do rack e fizemos o quartinho Montessoriano, passamos a ter outra vida! A Giulia fica livre, leve e solta pela casa e eu não preciso ficar preocupada! Isso facilita muito, pois consigo fazer comida, pagar uma conta na internet, estender as roupas no varal, enquanto ela brinca sozinha. Ou seja, mantenho as coisas organizadas, mesmo com ela acordada!
  • Por último, não se cobre tanto! Deixar tudo perfeitamente arrumado e organizado é tarefa impossível, principalmente pra quem tem filhos! E, além disso, nem é legal né? Ficar cheia de neura e não conseguir relaxar e curtir a família não é nada bacana. É preciso achar um equilíbrio – desencanar, mas ao mesmo tempo conseguir manter um pouco de ordem nessa nossa louca, caótica, desorganizada e maravilhosa vida de mãe!
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Só o que é bom fica guardado…

eu e giu

Vou contar uma coisa pra vocês. Eu não curti muita essa história de ficar grávida não. Apesar de amar sentir minha pequena se mexer aqui dentro de mim e achar o máximo todos os paparicos que recebia, achei muito chato sentir todos os desconfortos da gravidez! Enjoei e vomitei demais durante os nove meses, tive muita azia, refluxo, dor intensa na virilha, dor na lombar, dificuldade pra respirar e dificuldade pra dormir (muitas vezes dormia sentada por causa do refluxo). Na época, pensava: O próximo filho será adotado! Passar por outra gravidez nevermore.

Mas aí a Giulia nasceu e já nas primeiras semanas eu nem me lembrava mais dos perrengues que tinha passado, estava tão envolvida com a nossa rotina maluca que, na verdade, não pensava em mais nada a não ser nos horários de trocar fralda, dar mamá, dar banho, etc. Posso dizer que todas as lembranças – boas e ruins – sumiram, como num passe de mágicas!

Com o passar do tempo as lembranças boas foram voltando e com elas um arrependimento danado de não ter aproveitado mais a minha gravidez! Lembrava-me do pezinho dela me chutando, do rostinho dela nas ultras, da alegria ao comprar uma roupinha e imaginá-la usando, da magia e inocência ao pensar em como seria quando ele estivesse nos meus braços, da euforia para montar o quartinho, do barrigão lindo e redondo, etc. Já não sabia mais o que era enjoo, dor, mal estar… Só pensava no quão mágico foi esse momento, de carregar minha filha aqui dentro. Era tudo tão fácil, ela estava sempre quentinha, segura e confortável e eu não precisava me esforçar muito para manter as coisas desse jeito. Nada que uma boa alimentação, algumas vitaminas pré-natal, momentos de descanso e alguns exercícios leves (coisa que a preguiçosa aqui mal fez) não resolvessem! Era só cuidar de mim que, automaticamente, estaria cuidando dela. Muito diferente da realidade dura do pós-parto!

Ao mesmo tempo em que sentia uma saudade enorme da minha gravidez, sentia na pele as dificuldades de cuidar de um recém-nascido! Me sentia cansada, esgotada, triste, melancólica, fraca, com vontade de pedir arrego, de sair correndo, de sumir do mapa. Lembro-me da consulta pós-parto com o meu obstetra em que ele comentou que quando eu fosse encomendar o próximo que era para procurá-lo (ele não atende mais ginecologia, só obstetrícia… então para ser atendida por ele novamente, só engravidando de novo!). Na hora quis gargalhar! Próximo? Você tá louco? Minha filha não terá irmãos! Você não tá entendendo doutor! É difícil demais! Não dou conta não! Outro filho jamais! Ele me olhou com aquela cara de euseioqueestoufalandoquerida e disse: É o que todas falam, mas depois de dois anos esquecem-se de tudo e voltam aqui no consultório para começar mais uma jornada.

Pra mim aquilo não fez o menor sentido! Eu não iria esquecer e, portanto, não teria mais filhos! Mas (sempre tem um mas, né?), o tempo continuou passando. “Tempo, tempo, tempo, tempo… És um dos deuses mais lindos!”. As coisas foram se tornando mais leves, a Giulinha foi se adaptando à vida aqui fora, eu fui me adaptando à minha nova vida e ao meu novo eu e as pecinhas foram se encaixando. Opa! Até que cuidar de uma criança não é tão difícil assim, eu consigo, eu dou conta, eu sou foda! Hahaha!

Além disso, o amor incondicional por esse serzinho só foi aumentando, aumentando, aumentado e continua aumentando, aumentando, aumentando, até explodir talvez! E esse sentimento tão sublime foi empurrando pra fora do meu coraçãozinho toda aquela tristeza, todo aquele cansaço (ops, isso não sei se foi embora não! rs) e todo aquele sentimento de incapacidade. E eu fui esquecendo as dificuldades, os momentos de choro e desespero. Em outras palavras, fui esquecendo todos os perrengues característicos dos primeiros meses com um bebê em casa.

Hoje, quase 1 ano e três meses depois do nascimento da Giulia, além de ter saudades da minha gravidez, tenho saudades dela petitica… Daquela menininha que sumia nos meus braços, que fazia uns gemidos engraçados, que tinha uma mãozinha minúscula e uma pele delicada que só! Que tentava chupar o dedo e não conseguia, que dormia grande parte do dia e que fazia um cocozinho cheirosinho, cheirosinho! Hehehe!

Mas, ao mesmo tempo, AMO de paixão a fase em que estamos vivendo e tento aproveitar cada segundo ao lado dela, brincando, gargalhando, amando, beijando e curtindo cada coisa nova que ela aprende! É bom demais! Porém, eu aproveito não só porque é bom, mas também porque SEI que sentirei saudades! Imagina quando ela estiver com cinco aninhos? Dez? Quinze? Vinte? Eu vou me lembrar com detalhes dos seus primeiros passos, das suas primeiras palavras, das suas travessuras, das suas risadas e vou morrer de saudades de tudo! Mas vai ser uma saudade boa, uma saudade cheia de carinho, amor, afeto e doçura, de quem sente falta porque viveu, sentiu e amou da forma mais intensa e sincera possível!

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Look da Eva, filha da Angélica!

Gente, PARA TUDO! Ontem, uma leitora queridíssima – a Rafaela – me enviou um link com as fotos do Look da Eva em um passeio no shopping com a mamãe Angélica. Ela disse que logo que viu lembrou de mim, pois a roupinha é igualzinha a que a Giulia usou no aniversário de um ano!!! Tá, não é bem igual, pois ela está usando um casaquinho da coleção (que eu não comprei), mas a saia é a MESMA! Da loja Monnalisa! Quem ainda não leu o meu post sobre a roupinha é só clicar aqui.

A Eva ficou uma gracinha! Eu até tinha pensado em colocar um sapatinho de oncinha na Giulia, mas achei que seria muita informação e olha me surpreendi quando vi a Eva usando, achei que combinou perfeitamente, ficou uma graça! Outra coisa que não coloquei foi a meia calça, adoooro as pernocas da Giulia de fora! Mas achei que ficou bacana também!

Só não entendo que história é essa da Angélica querer imitar os looks da minha filha! hahahahaha!

Nem vou comentar o fato dela usar a roupinha em um passeiozinho qualquer no shopping e eu ter gasto até os tubos pra poder deixá-la bonitinha no niver de um ano! Hahaha. Mero detalhe!

Bom, mas pra quem tá curioso aí vão duas fotinhos da Eva e, por último, uma da Giulia. E quem quiser ver todas as fotos do passeio da pequena Hulk, é só clicar aqui.

Look Eva 1

Look Eva 2

roupa giulia

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Só quem tem filhos consegue entender como é difícil…

filhos

  • Levar a criança junto para certos tipos de programa – Além das tralhas que precisam ser carregadas, muitas vezes a criança não se comporta da forma desejada. A Giulia, por exemplo, tá numa fase de mexer em TUDO! Então se a levo na casa de amigos ou parentes é um corre – corre pra não deixá-la abrir as gavetas do rack, mexer e arrancar as plantinhas do quintal, puxar a toalha da mesa, etc;
  • Fazer qualquer programa sem a criança, afinal é necessário deixá-la sob os cuidados de outra pessoa. Isso inclui deixar recomendações, leite e/ou comidinhas separadas e, se a pessoa não for até a sua casa, levar a criança até o local;
  • Não falar o tempo todo sobre as novidades do bebê – Nossa, isso é muito difícil! Sempre que eu saio de casa pra encontrar amigos eu digo pra mim mesma: Hoje não vou ficar falando de filhos. Mas aí quando eu vejo, já é tarde demais… É Giulia pra cá, Giulia pra lá e eu só falei de como é a nossa rotina, como é tudo lindo, maravilhoso, mas também muito difícil, como ela tá cada dia diferente, e por aí vai. Meus amigos (que não têm filhos) devem estar amando essa minha diversidade de assunto, só que não! Hahaha;
  • Ser pontual – Desde que a Giulia nasceu não consigo mais ser pontual. Eu tento com todas as minhas forças. Mas não consigo;
  • Se programar para se encontrar com os amigos – Primeiro que a vida social normalmente vai pro espaço. E segundo… Se programar? A vida de mãe é tão imprevisível que a gente mal consegue se programar pra ir à esquina comprar pão;
  • Manter a casa limpa – Ah, isso aí é só para Mulher Maravilha… porque as mulheres-mães da vida real, pobres mortais, não conseguem dar conta de tudo não. Tudo bem que com um pouco de organização você consegue deixar o negócio mais ou menos ajeitado, mas se olharem debaixo do tapete…ixiiii;
  • Receber visitas sem aviso prévio – Tem muita relação com o item acima! Gente, tem dias que isso aqui, vulgo minha casa, tá um caos: Brinquedos espalhados, roupas espalhadas, montanha de louça na pia… Fora a criaturinha aqui que vos fala: pijama velho, cabelo estilo black power, olheiras absurdas… Imagina a campainha tocar bem nesse dia? E vai dizer que não rola uma Lei de Murphy? É igualzinho quando a gente sai toda horrorosa e encontra alguém conhecido! É pracabá.

E aí, o que mais vocês acrescentariam?

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