Mini Cenouras Turma da Mônica

mini cenouras turma da mônica

Hoje quero trazer uma dica de snack (lanchinho, petisco, tira-gosto, merenda, etc…) super saudável para os pequenos (e para os adultos também, porque não?!): As mini cenouras da Turma da Mônica.

É fato que nós, mães, devemos sempre carregar alguma comidinha na bolsa para dar aquela “tapeada” na fome, vontade de morder, sugar ou, seja lá o que for, dos pimpolhos. Vejo que muitas mamães costumam carregar bolacha maisena, o que não deixa de ser uma opção, mas que tal optar por algo mais saudável e nutritivo, como as mini cenouras?

Eu não conhecia essa opção de snack até o vovô da Giulia ter a brilhante ideia de comprar pra ela “roer”, Hehe! Fiquei encantada, pois além de ser muito saudável, é mega prático! O pacotinho é bem pequenininho (tranquilíssimo de ser levado na bolsa) e na própria embalagem vem escrito: “lavadas, descascadas e prontas para o consumo”. Ou seja, não precisamos de esforço nenhum para oferecê-las aos pequenos.

A Giulia adorou! E a mamãe aqui ficou orgulhosa de estar contribuindo com hábitos alimentares saudáveis. É claro que preciso mudar muita coisa na minha alimentação para poder dar o exemplo. Eu, por exemplo, não curto cenoura!  Mas, por enquanto, ela não precisa saber disso e eu continuo oferecendo esse e outros alimentos que não gosto como se fossem a coisa mais deliciosa do mundo! Hahaha.

Seja o primeiro a curtir.

As Papinhas Salgadas

Antes mesmo da pediatra da Giulia liberar as papinhas salgadas, eu já pesquisava bastante sobre o assunto! Então quando ela deu sinal verde para complementar a alimentação dela, eu já tinha uma boa ideia de que forma faria a introdução desses novos alimentos!

Mas, para minha surpresa (no mau sentido), ela disse que o ideal, pelo menos no início, era bater todos os ingredientes da papinha no liquidificador, formando uma pasta que, em minha humilde opinião, tem cor e consistência parecida com cocozinho mole de neném. Eca! Pensei meu Deus, como assim? Tudo o que li até hoje sobre consistências de papinha é pura balela ou a médica da Giulia é quem não se atualiza?

Confesso que fiquei um tanto decepcionada, mesmo a considerando uma excelente médica, sempre muito atenciosa, acessível e coerente em alguns (alguns!) aspectos.

Bom, mas a questão é a seguinte: Todos os artigos de pediatras, nutricionistas, fonoaudiólogos, reportagens e matérias de revistas, sites e blogs e, por fim, livros de puericultura me diziam que eu NÃO deveria usar o liquidificador de maneira alguma! A papinha deveria ser amassada com garfo!

O uso do liquidificador não é indicado por diversos motivos:

  1. Deixa a criança “preguiçosa” e mal-acostumada com a consistência líquida, o que torna difícil (muito difícil) a transição para os alimentos sólidos, em pedaços;
  2. Não permite a visualização e distinção dos alimentos. Afinal, nós também comemos com os olhos não é mesmo? E, convenhamos, tem coisa mais feia do que papinha batida no liquidificador? Por mais que você mude os ingredientes a papinha fica SEMPRE igual;
  3. Não estimula o exercício dos músculos da face e o processo de mastigação, super importante para o desenvolvimento da fala.

Bom, levando tudo isso em consideração, resolvi seguir meu coraçãozinho de mãe e ir contra a opinião da pediatra da pequena: nada de papinha batida no liqui!

No começo eu oferecia um alimento de cada vez, pois queria ver primeiro como era a aceitação dela com cada um! E, além disso, tinha medo dela apresentar alguma alergia ou qualquer outro tipo de intolerância e eu não conseguir identificar qual foi o alimento responsável. Então um dia era batatinha amassada, no outro chuchu, no outro beterraba e por aí vai. Hoje já ofereço vários alimentos juntos em uma única refeição.

Em relação às carnes, confesso que apenas nessa última semana é que passei a introduzi-las, mas na verdade a Giulia nunca as comeu de fato! Apenas cozinho os legumes junto com a carne e depois de tudo pronto deixo a carne de lado. Então, até hoje ela só provou o “caldinho”, digamos assim! Mas essa semana, iniciaremos com os pedacinhos de frango e músculo. Vamos ver o que ela vai achar de tudo isso! Hehe.

Em relação aos temperos, primeiramente, faço as papinhas praticamente sem sal! Coloco uma pitada mínima…mínima MESMO! Tempero com alho, cebola e, de vez em quando (ou de vez em sempre), uso algumas ervas como cebolinha, salsinha, coentro, etc. É claro que uso o bom senso e não tempero demais, uso tudo de forma bem moderada! Mas fica tão gostosinhoooo, o cheirinho então… E, para finalizar, coloco um fio de azeite extra virgem (Amo! Sou mega viciada). Nunca, em hipótese alguma, uso pimenta do reino, sazon, curry, caldo de carne, etc.

Bom, até hoje, os alimentos que a Giulia provou foram:

Batata, beterraba, chuchu, cenoura, abóbora, abobrinha, inhame, brócolis, caldinho de feijão, cebola, alho, cebolinha, coentro, salsinha, “cheiro de frango” e “cheiro de carne bovina” (Hahaha). Mas hoje fui ao mercado e já comprei novos ingredientes como mandioca, macarrão de letrinhas, etc.

É claro que tem também as frutinhas (sobremesa e lanchinho da manhã e da tarde) como mamão, pera, banana, maça, laranja lima, etc.

A Giulia ainda não come muito bem, tem dias que ela aceita cinco colheradas, tem dias que aceita três e outros que aceita duas, para a frustração da mamãe que passa horas cozinhando com o maior amor e carinho! Hahaha! Mas aos pouquinhos acredito que ela vai se adaptando!

Ainda quero falar mais sobre essa questão da alimentação, são tantas dúvidas, assuntos polêmicos, dicas, receitas e etc., que sinto que não posso parar por aqui!

Então aguardem as cenas dos próximos capítulos!

papinha bebe

Nessa foto a Giulia estava com quatro meses e tinha começado a experimentar algumas frutas! Coisa maixxxxx linda do mundo não? Hahaha!

Seja o primeiro a curtir.

Dica para as Trocas de Fralda

kit troca fraldas

Como muitos já sabem, a Giulinha tem um pele bem sensível e, mesmo com todos os cuidados do mundo, já ficou assadinha várias vezes! Portanto, eu preciso seguir exatamente o mesmo ritual a cada troca de fralda!

Bom, nosso “kit troca-fralda” é composto pelos seguintes itens: um trocador portátil (não gosto de usar aquele maior que fica em cima da cômoda); um potinho simples pra colocar água morna; algodão (de qualquer marca e formato, normalmente compro o que está mais barato); sabonete líquido Turma da mônica ou Johnsons (coloco uma gotinha na água); paninho pra deixar o bumbum bem sequinho; pomada (uso a dermodex – prevent ou tratamento (nistatina + óxido de zinco), pra mim é a melhor de todas!) e fralda (na minha opinião a Pampers Premium Care é a melhor fralda de todos os tempos, depois dela só a Pampers Total Confort).

A cada troca lá vou eu encher o potinho com um pouco de água e uma gotinha de sabonete líquido. Em seguida, coloco o potinho no microondas por exatamente 24 segundos. Não tenho água quente na torneira, facilitaria muito a minha vida, eu sei! Rs. E antes que me perguntem, não acho bom pegar no chuveiro, sai muita água e acabo molhando o chão e a mim mesma! Hehe.

Depois disso coloco vários pedaços de algodão dentro da água morna (já sei mais ou menos a quantidade que gasto) e começo a limpar a bundinha dela! Depois de tudo limpinho, aí vem a super dica: seco com um paninho reservado especialmente pra isso!

É super importante que o bumbum do bebê fique sempre bem sequinho. Antes de ter a ideia de usar um paninho, eu secava com o próprio algodão, mas era um saco…sempre ficava um monte de fiapo grudado na pele! Aquilo me incomodava de um jeito…rs. Fora que o algodão acabava mais rápido!

Quando eu estava grávida ganhei várias faxinhas de pano para enfaixar o umbiguinho da pequena, mas como todos sabem (ou não), isso é totalmente desaconselhável! E quando vi a quantidade de faxinhas guardadas, sem nenhum uso sequer, tive a ideia de aproveitá-las, utilizando-as para secar a bundinha dela! Perfeito!

É claro que não uso o mesmo paninho por muitas vezes seguidas! Tô sempre lavando e usando um paninho novo, limpinho e sequinho!

Outra opção é reservar um rolinho de papel higiênico só para o bebê. Mas eu ainda prefiro o paninho (que pode ser qualquer fraldinha, paninho de boca, etc.)! Vai de cada um!

O importante é não deixar a região do bumbum úmida, evitando a proliferação de fúngos!

Ah, e quando saio e se torna inevitável o uso de lenço umedecido  eu opto por esse aqui da Johnsons:

lenço umedecido

Ele é feito especialmente para recém-nascidos, portanto é mais macio e não tem álcool e nem fragrância! E pode ser usado em qualquer parte do corpo, da cabeça aos pés!

Fica a Dica!

P.S.: Reserve o paninho SÓ pra isso. Mesmo lavando, não rola usar depois em outra região do corpo, como a boquinha, por exemplo!

 

 

4 pessoas curtiram.

Alimentação Infantil

Alimentação Infantil
Quem nos acompanha no Facebook deve ter percebido que essa semana postamos algumas dicas de alimentação infantil. Já que estamos no clima da alimentação saudável procurei uma amiga minha que entende do assunto e fiz algumas perguntinhas sobre alimentação de bebês. Confiram!
  • Quando e como as preferências alimentares são adquiridas?

Nos primeiros anos de vida as crianças são capazes de aprender a gostar de determinados alimentos e suas experiências dietéticas começam a se individualizar. As sensações do paladar são importantes na formação das preferencias alimentares e os padrões da seleção de alimentos desenvolvem-se ainda no inicio da vida, sendo fortemente influenciados pelos hábitos culturais e familiares.

Desde a gestação o feto já aprende sobre os gostos e sabores, que são transmitidos pelo liquido amniótico. Em seguida o lactente recebe o leite materno que é composto de diferentes cheiros e sabores, refletindo diretamente os alimentos ingeridos pela mãe. Portanto, ao receber o leite materno o bebe entra em contato com experiências sensoriais e mostram preferencias por sabores a que foram expostos repetidamente durante os períodos pré e pós-natal. As diferenças individuais que cada criança apresenta ao preferir determinado alimento são características do temperamento da criança.

  •  Porque é importante estimular uma alimentação saudável desde bebê? 

O comportamento alimentar durante a infância é importante para o crescimento e desenvolvimento da criança e ocupa também um papel fundamental na prevenção e tratamento de algumas doenças na fase adulta. A promoção de uma alimentação saudável deve ocorrer com relevância nos primeiros anos da infância a fim de que permaneçam ao longo da vida, visto que a mudança dos hábitos alimentares durante a fase adulta apresenta elevadas taxas de insucesso.

  •  Que fatores influenciam na formação do hábito alimentar?

Os pais são especialmente responsáveis pela formação dos hábitos alimentares dos filhos, fornecendo amplo aprendizado à criança. A promoção da alimentação saudável é influenciada pelas refeições em família uma vez que estas representam um importante evento nas interações familiares.

O contexto social pode interferir na estrutura das refeições de maneira positiva ou negativa, manifestando-se através da aquisição de gêneros alimentícios, da religião e da cultura.

A maior influencia ambiental para a criança na formação de seus hábitos alimentares é a família. Em especial, as interações alimentares ocorridas entre mãe e bebê em seu primeiro ano de vida são consideradas muito importantes no relacionamento maternal, por desenvolver capacidades sócio-emocionais. Tais experiências alimentares precoces podem estabelecer preferencias de sabor e escolhas que auxiliam no crescimento e desenvolvimento infantil.

  •  O bebê sente o gosto de alimentos através do leite materno?

Sim. Desde a gestação o feto já aprende sobre os gostos e sabores, que são transmitidos pelo liquido amniótico. Após o nascimento, o lactente recebe o leite materno que é altamente rico em sabor e os sabores refletem diretamente os alimentos consumidos pela mãe, fornecendo ao lactente uma rica fonte de experiências sensoriais. Dessa forma, o aleitamento materno oferece a criança experiências sensoriais que facilitam a aceitação de uma alimentação complementar diversificada e equilibrada, para que a criança possa formar hábitos alimentares saudáveis.

  •  Dei um alimento novo ao meu bebê, mas ele fez cara feia e parece que não gostou, devo insistir?

Sim, é importante que a criança experimente o alimento, mesmo em quantidade mínima, a fim de aumentar a aceitação do sabor. Com o intuito de reduzir a neofobia alimentar (aversão em ingerir novos alimentos), deve-se realizar a exposição repetida a determinado alimento, a fim de aumentar a sua ingestão.  As expressões faciais realizadas pelas crianças durante a alimentação fornecem informações relevantes aos pais, que devem continuar a fornecer determinado alimento mesmo quando a criança expressar desgosto. Oferecendo repetidamente alimentos saudáveis, os pais estão contribuindo de maneira acentuada para a formação dos hábitos alimentares saudáveis de seus filhos que serão realizados na idade adulta.

  •  Ouvi dizer que é preciso oferecer o alimento no mínimo 8 vezes para a criança antes de poder dizer que ela realmente não gosta daquele alimento, é verdade?

Sim. A fim de reduzir a neofobia alimentar novos alimentos devem ser oferecidos diversas vezes para que a aceitação ocorra de maneira natural entre as crianças. Essa aceitação aumenta através de repetidas exposições, que variam entre oito até quinze vezes. Este modo de introduzir novos alimentos na alimentação infantil funciona com sucesso durante o final da lactância, antes que a criança apresente maior autonomia.

 

   DANIELA MARTINEZ  

Estudante de Nutrição – 6º período – UFPR

Caso vocês tiverem alguma dúvida é só deixar nos comentários aqui que a Dani responde!

Mas e aí mamães, como anda a alimentação dos seus filhos?

Uma pessoa curtiu.

Algumas verdades sobre a amamentação…

verdades amamentacao

Foto tirada daqui.

Amamentar é tudo de bom! Além do leite materno fornecer todos os nutrientes necessários à criança, ajudando na sua proteção e desenvolvimento, é um alimento que está sempre à disposição, na medida e temperatura certa! E o melhor de tudo: É grátis! Quer praticidade e economia maior do que essa?!

Mas o intuito deste post não é discorrer a respeito dos benefícios da amamentação, afinal todo mundo já está cansado de saber da importância do aleitamento materno!

O que eu gostaria de fazer é relatar um pouquinho da minha experiência com a Giulia e listar algumas verdades sobre a amamentação. Verdades estas que toda grávida deveria saber, pois o preparo físico e emocional, durante a gravidez, é muito importante para garantir e facilitar esse contato tão genuíno entre mães e filhos!

Bom, como algumas pessoas já sabem, tive muita dificuldade no início em amamentar a Giulia! A pequena era simplesmente preguiçosa demais (puxou a mãe! Rs). Em todo o período em que ficamos no hospital (quatro dias), não consegui amamentá-la. E não foi por falta de tentativa não! Lembro que praticamente TODAS as enfermeiras tentaram me ajudar nessa difícil tarefa, cada uma com uma técnica diferente…

Como a Giulia teve icterícia e precisou fazer banho de luz era fundamental que ela se alimentasse, afinal a fototerapia podia desidratá-la. Conclusão: Tivemos que dar fórmula infantil (leite Aptamil) no copinho. Nunca vou me esquecer do primeiro copinho que ela tomou! Ela se deliciou tanto com o leitinho e capotou logo em seguida. Tadinha!!!

Quando chegamos em casa, a dificuldade continuou. Não queria dar fórmulas à minha filha, mas me sentia cada dia mais esgotada e desanimada. A Giulinha tinha uma resistência muito grande em abrir a boca, não tinha a pega correta, não sugava, ou seja, ela não sabia mamar e não tinha a mínima ideia pra que servia o meu mamilo! Haha.

Nessa altura do campeonato muita gente já tinha dado pitaco, muitas lágrimas haviam caído dos meus olhos e muitos boatos falsos tinham surgido. Chegaram a me perguntar se era verdade que meu leite tinha empedrado e que eu estava com febre por causa disso! GENTE, isso nunca aconteceu! Pelo amor de Deus!

Bom, no segundo dia em casa meu marido, pulso firme que é, decidiu: “Vamos deixá-la com fome! Ela vai ter que mamar, seja por bem ou por mal”. E não é que funcionou? Não demos a fórmula e finalmente ela conseguiu mamar, aos trancos e barrancos, mas conseguiu! Mas não pensem que foi tudo lindo e maravilhoso! Era impossível fazer ela pegar diretamente no meu peito e tive que usar por um tempo um bico intermediário de silicone (compramos um da Amamente).

Lembro que um tempo depois a própria Giulia começou a rejeitar esse bico e lá fomos nós para um novo aprendizado: Amamentação sem o intermediário! Lembro que ela mamava super mal e eu sentia uma dor tão absurda que tinha vontade de chorar e sofria por antecipação, já pensando nas próximas mamadas. Mas aos pouquinhos a dor foi diminuindo e ela começou a ficar craque na arte de sugar!

Hoje em dia é muito tranquilo, não sinto qualquer tipo de dor ou dificuldade! A Giulinha tá cada dia mais forte (mais de 7kg com apenas 4 meses) e eu sinto muito orgulho de mim mesma por ter insistido e superado as minhas dificuldades!

Por isso eu digo: Não desistam tão fácil! No fim vale muito a pena! É um momento extremamente prazeroso e de muito amor e carinho entre você e seu filho!

Além disso, fico pensando como deve ser chato e difícil ter que preparar mamadeira, principalmente quando estamos fora de casa! Leite materno é tão prático! É só desabotoar a blusa e pronto! 😉

Bom, mas aí vão algumas verdades que precisam ser ditas:

  • Cada bebê é de um jeito! Existem aqueles que simplesmente abrem o bocão e já mamam bastante no primeiro dia de vida. Assim, sem nenhum esforço de sua parte. Mas existem aqueles que, assim como a Giulia, não querem mamar e não dominam muito bem essa arte, precisam ser ensinados com muita calma e perseverança. Portanto, esteja preparada para o pior! Hehe.
  • Muitas vezes vai doer e vai doer MUITO! Mas fecha os olhos, aperta o braço do maridão e vai com fé! Uma hora passa!
  • No início, principalmente, o leite vaza DEMAIS! Muitas vezes, enquanto você dá de mamar em um seio, o outro tá jorrando leite. Então, se prepare! Use conchas de amamentação ou absorventes de seio.
  • Se por algum motivo você não conseguir amamentar o bebê por um período, esgote o seio! Experiência própria: os seios incham e você não consegue sequer tocá-los de tanta dor.
  • Muitas vezes o bebê vai querer usar o seu bico como chupeta.
  • Nas madrugadas, frequentemente, você irá amamentar e dormir ao mesmo tempo. Por mais que você lute contra o sono, vai ser inevitável tirar uns cochilos de vez em quando.
  • No início, as mamadas são bem demoradas, podendo ter duração de até uma hora! Conclusão: Você terá pouquíssimo tempo para descansar entre uma mamada e outra.
  • É normal não menstruar durante a amamentação! Não se assuste! (Dessa vocês gostaram né?! Rs)
  • Também é normal seus cabelos caírem absurdamente! Aqui em casa tem fio de cabelo por toda a parte, esses dias encontrei um dentro da fralda da Giulia! Haha!
  • Se prepare pra sentir muita sede, muita mesmo! É só eu colocar a Giulia pra mamar que já berro: “Amor, pega água pra mim?”.
  • Por fim, uma notícia boa: é super comum emagrecer enquanto se amamenta. Pensa que é fácil produzir leite?

Bom, pessoal espero que eu tenha ajudado de alguma forma! Sou super a favor do aleitamento materno, realmente levanto essa bandeira! Mas queria mostrar que na prática não é tão fácil quanto parece…portanto, estejam preparados para qualquer contratempo que possa surgir. Mas, se eu consegui manter a amamentação exclusiva no seio, qualquer um consegue! haha

=D

4 pessoas curtiram.