As Papinhas Salgadas

Antes mesmo da pediatra da Giulia liberar as papinhas salgadas, eu já pesquisava bastante sobre o assunto! Então quando ela deu sinal verde para complementar a alimentação dela, eu já tinha uma boa ideia de que forma faria a introdução desses novos alimentos!

Mas, para minha surpresa (no mau sentido), ela disse que o ideal, pelo menos no início, era bater todos os ingredientes da papinha no liquidificador, formando uma pasta que, em minha humilde opinião, tem cor e consistência parecida com cocozinho mole de neném. Eca! Pensei meu Deus, como assim? Tudo o que li até hoje sobre consistências de papinha é pura balela ou a médica da Giulia é quem não se atualiza?

Confesso que fiquei um tanto decepcionada, mesmo a considerando uma excelente médica, sempre muito atenciosa, acessível e coerente em alguns (alguns!) aspectos.

Bom, mas a questão é a seguinte: Todos os artigos de pediatras, nutricionistas, fonoaudiólogos, reportagens e matérias de revistas, sites e blogs e, por fim, livros de puericultura me diziam que eu NÃO deveria usar o liquidificador de maneira alguma! A papinha deveria ser amassada com garfo!

O uso do liquidificador não é indicado por diversos motivos:

  1. Deixa a criança “preguiçosa” e mal-acostumada com a consistência líquida, o que torna difícil (muito difícil) a transição para os alimentos sólidos, em pedaços;
  2. Não permite a visualização e distinção dos alimentos. Afinal, nós também comemos com os olhos não é mesmo? E, convenhamos, tem coisa mais feia do que papinha batida no liquidificador? Por mais que você mude os ingredientes a papinha fica SEMPRE igual;
  3. Não estimula o exercício dos músculos da face e o processo de mastigação, super importante para o desenvolvimento da fala.

Bom, levando tudo isso em consideração, resolvi seguir meu coraçãozinho de mãe e ir contra a opinião da pediatra da pequena: nada de papinha batida no liqui!

No começo eu oferecia um alimento de cada vez, pois queria ver primeiro como era a aceitação dela com cada um! E, além disso, tinha medo dela apresentar alguma alergia ou qualquer outro tipo de intolerância e eu não conseguir identificar qual foi o alimento responsável. Então um dia era batatinha amassada, no outro chuchu, no outro beterraba e por aí vai. Hoje já ofereço vários alimentos juntos em uma única refeição.

Em relação às carnes, confesso que apenas nessa última semana é que passei a introduzi-las, mas na verdade a Giulia nunca as comeu de fato! Apenas cozinho os legumes junto com a carne e depois de tudo pronto deixo a carne de lado. Então, até hoje ela só provou o “caldinho”, digamos assim! Mas essa semana, iniciaremos com os pedacinhos de frango e músculo. Vamos ver o que ela vai achar de tudo isso! Hehe.

Em relação aos temperos, primeiramente, faço as papinhas praticamente sem sal! Coloco uma pitada mínima…mínima MESMO! Tempero com alho, cebola e, de vez em quando (ou de vez em sempre), uso algumas ervas como cebolinha, salsinha, coentro, etc. É claro que uso o bom senso e não tempero demais, uso tudo de forma bem moderada! Mas fica tão gostosinhoooo, o cheirinho então… E, para finalizar, coloco um fio de azeite extra virgem (Amo! Sou mega viciada). Nunca, em hipótese alguma, uso pimenta do reino, sazon, curry, caldo de carne, etc.

Bom, até hoje, os alimentos que a Giulia provou foram:

Batata, beterraba, chuchu, cenoura, abóbora, abobrinha, inhame, brócolis, caldinho de feijão, cebola, alho, cebolinha, coentro, salsinha, “cheiro de frango” e “cheiro de carne bovina” (Hahaha). Mas hoje fui ao mercado e já comprei novos ingredientes como mandioca, macarrão de letrinhas, etc.

É claro que tem também as frutinhas (sobremesa e lanchinho da manhã e da tarde) como mamão, pera, banana, maça, laranja lima, etc.

A Giulia ainda não come muito bem, tem dias que ela aceita cinco colheradas, tem dias que aceita três e outros que aceita duas, para a frustração da mamãe que passa horas cozinhando com o maior amor e carinho! Hahaha! Mas aos pouquinhos acredito que ela vai se adaptando!

Ainda quero falar mais sobre essa questão da alimentação, são tantas dúvidas, assuntos polêmicos, dicas, receitas e etc., que sinto que não posso parar por aqui!

Então aguardem as cenas dos próximos capítulos!

papinha bebe

Nessa foto a Giulia estava com quatro meses e tinha começado a experimentar algumas frutas! Coisa maixxxxx linda do mundo não? Hahaha!

Seja o primeiro a curtir.

Quarto de Bebê Montessoriano

Há pouco tempo conheci alguns dos princípios do Método Montessoriano, criado pela educadora italiana Maria Montessori, e passei a pesquisar bastante sobre o tema.

Fiquei tão fascinada com a ideia de montar um quarto de bebê seguindo esses princípios que não paro mais de falar sobre isso, para o desespero da minha mãe e do meu marido, que são os que mais aturam minha euforia pós-descobertas.

De uma maneira geral, se eu entendi bem o método, Montessori enfatiza a importância de se criar um ambiente adequado para o desenvolvimento da criança, capaz de permitir a livre expressão de suas capacidades.  A criança, através de um ambiente rico e estimulante, torna-se capaz de aprender sozinha, por meio de suas próprias experiências, desenvolvendo-se de forma espontânea, criativa e saudável! Lindo não?!

A questão é: Aquele quarto tradicional que montamos para os pimpolhos, com berço, prateleiras altas e brinquedos longe do alcance da criança, estimula a liberdade, espontaneidade, autonomia e criatividade? NÃO! Muito pelo contrário! Então, porque cargas d’água montamos um quartinho assim, totalmente pensado nas nossas necessidades e não nas necessidades da criança?

NÃO SEI! E tenho raiva só de pensar que caí no conto do vigário! Haha! Como a maioria das mães, não pensei nisso quando estava grávida e montei o quarto da Giulia da forma como esse mundo capitalista alienado e alienante (rs) disse que deveria ser! Se quando engravidei eu tivesse conhecimento do método Montessori, com certeza teria feito tudo muito diferente e, além de criar um espaço estimulante pra minha filha, teria economizado horrores! Mas, nunca é tarde para mudar! E eu tô super disposta!

Bom, Montessori considera o berço (não sei se direta ou indiretamente) como uma espécie de “jaula” (Não é que parece mesmo? Ain, judiação! Rs). O bebê fica o tempo todo “preso”, tem sua visão limitada a apenas uma parte do quarto e todos os seus brinquedinhos ficam fora do seu alcance. A não ser que você o tire do berço e que você entregue a ele um brinquedo (oi? Cadê a escolha da criança), o coitado fica ali, sem estimulação e liberdade alguma!

Fico aqui pensando, sempre mostrei aos parentes e amigos o quartinho da Giulia toda orgulhosa! Mas orgulho de quê? Só porque o quarto é bonitinho e fofinho? Pra quê um quarto fofinho se não é nada educativo e só serve de enfeite?

O pior de tudo é que as únicas coisas que usamos são: o guarda-roupa e a cômoda. Não usamos o kit higiene, não usamos o trocador em cima da cômoda, não usamos o berço, enfim, não usamos o quarto! Desde que a Giulia nasceu ela dorme no nosso quarto! No começo dormia em um mini-berço ao lado da nossa cama, mas ultimamente fazemos uso da cama compartilhada (que antes dela nascer, eu condenava absurdamente e hoje vejo vários benefícios!). De qualquer forma, a cama compartilhada não é pra gente, meu marido é muito espaçoso (a Giulia também), então dormimos meio espremidos. Fora que queremos privacidade né? Então, estou super empolgada para mudar o quartinho da pequena me baseando em alguns princípios montessorianos (mesmo com algumas pessoas dizendo que o ideal é manter a cama compartilhada até um ano de idade).

Bom, para vocês entenderem melhor fiz uma listinha com algumas das coisas que são necessárias para criar um típico espaço montessoriano, rico e cheio de estímulos:

  • Colchão no chão (queria usar um bem grandão, mas acho que por enquanto vou usar o dela mesmo);
  • Espelho próximo à cama, ao alcance dos olhos do bebê (Estou pensando em usar aqueles espelhos adesivos em acrílico);
  • Quadros, adesivos de parede, fotos e/ou gravuras colocados em uma altura baixa, ao alcance dos olhos da criança;
  • Mobiliário infantil (estantes pequenas, mesinhas para desenhar, mini pufes, etc.);
  • Tapete (estava pensando em usar aqueles de E.V.A e um outro menorzinho felpudo por cima, já que o intuito é proporcionar uma experiência extra-sensorial);
  • Móbile acima da cama (Ainda não sei o que fazer. Mas quem quiser se inspirar veja esse post aqui e esse outro post aqui);
  • Livros organizados em uma prateleira ou estante, acessíveis à criança;
  • Brinquedos organizados em prateleiras ou estante, sempre ao alcance da criança (nunca usar baú, fica tudo desorganizado e a criança não consegue visualizar direito o que tem lá dentro).

Bom, logo logo eu começo as mudanças! Já mudei a cômoda de lugar pra ver como poderia fazer a disposição do mobiliário! Na verdade, eu queria tirar a cômoda, pois o quarto da Giulia é minúsculo, mas não teria onde pôr de qualquer forma!

Os próximos passos serão: desmontar o berço, comprar uma mini-estante (ou prateleiras, não sei!) para livros e brinquedos, comprar espelhos, adesivos e tapete, etc.

Empolgação é o que não falta! A Giulinha vai amar! Sempre tive o costume de forrar o tapete da sala com um lençol e deixa-la brincando com as coisinhas dela e ela  simplesmente adora!!! Esses dias fui no banheiro por um segundo e quando voltei ela estava embaixo da mesa! Hahaha! É claro que tenho que cuidar com bastante coisa, ainda mais agora que a tendência é ela começar a engatinhar e, mais pra frente, a andar. Terei que deixar o chão sempre limpo, colocar protetores nas tomadas e algo para impedir à passagem à cozinha (não tem porta).

Mas, tomando todos os cuidados necessários, vai ser ótimo!!! Nada de berços, cercadinhos ou bebê preso o tempo todo no carrinho!

E, aí, o que acharam?

(Já até escuto algumas pessoas que conheço dizendo: “Você tá Loucaaaa? Vai deixar tua filha dormir no chão? Haha!” Ou “Ai que feio, o quartinho dela assim. Tava tão bonito antes! Que dó!” Hahaha! Mas quer saber: Tô nem aí! O que importa é a minha filhota gostar e se desenvolver de forma saudável! Não posso privá-la disso! Porque se for pensar no que é bonito, também prefiro os quartos tradicionais com berço e cheios de frufrus! Mas não é isso que importa!)

Bom, para quem não conhece, aí vão algumas fotos de quartos no estilo Montessori.

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Pode deixar que quando o quartinho Montessori da Giulia estiver pronto eu posto fotos aqui no blog! Faço o antes e o depois!

Beijo, Beijo!

P.S.: Confesso que meu texto tá meio pobrinho no que diz respeito aos princípios desse método aplicados no lar, principalmente, no quartinho! Mas nada que uma boa pesquisa no Google não resolva! Tem muita coisa bacana gente, podem acreditar!

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Vídeo “Alimente a personalidade do seu filho”

Genteeee, acabei de ver um vídeo suuuper fofo e preciso compartilhar com vocês!

É uma propaganda de uma marca de nutrição infantil chamada  Cow & GateA campanha tem como tema a seguinte frase: Alimente a personalidade do seu filho! O vídeo é uma graça gente, sério! A proposta foi soltar algumas crianças em um estúdio de gravação repleto de instrumentos musicais. Elas ficaram livres pra mexer no que quisessem e da maneira que quisessem (imaginem!), enquanto isso duas câmeras capturavam as cenas. O vídeo não tem efeito nenhum, mas mesclaram a barulhera dos pequenos com uma música muito fofa chamada “Come On Eileen”, do Dexys Midnight Runners.

O vídeo encantou, claro, mas a proposta foi o que me chamou mais atenção! Eu trabalhei muito tempo em brinquedoteca e a proposta tinha muito a ver. A gente podia jogar um jogo da maneira que quisesse, não necessariamente seguindo as regras;  pintar com guache usando pincel, ou dedo e porque não o cotovelo?! Vocês não tem ideia o quanto isso estimula a criatividade e desenvolve a personalidade de cada um. Deixar a criança livre para experimentar e experienciar o mundo é algo único! Pode ser que pareça bobo agora, mas no futuro isso faz uma grande diferença!

 

Fiquem agora com essa delícia de vídeo!

 

Fonte: brainstorm9

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Desabafos de uma crazy mom!

crazy mom

Adoro observar a Giulia dormir. Posso ficar horas admirando aquele rostinho lindo e gorducho que ela tem! E, na maioria das vezes, preciso me controlar pra não atacá-la com beijos e espremidas. Não tem um dia sequer que não me sinta feliz por tê-la em minha vida, sou muito grata a Deus por ter confiado a mim a função de amá-la e educá-la. Viver esse amor é uma dádiva…às vezes parece até que estou sonhando!

Mas, confesso que, junto com todo esse amor, experimento diversas outras sensações! Algumas incríveis, outras nem tanto! Sinto decepcionar quem está esperando um post lindo e fofinho a respeito das maravilhas da maternidade. Mas o ponto em que quero chegar é: Apesar de amar incondicionalmente a minha filha, eu sou humana!!! E como todo ser humano que se preze (rs), ao exercer à maternidade, me sinto muitas vezes cansada, culpada e frustrada, por ter a sensação de não conseguir colocar a minha vida em ordem!

Depois que a gente se torna mãe, nossa vida muda completamente! Para melhor em alguns pontos? SIM, sem dúvida! Para pior em outros? Com certeza!

Eu sei que não estou sozinha nesse barco! Grande parte das mães (se não todas!), sente o mesmo que eu! O problema é que muitas têm medo de admitir. A busca desenfreada pela perfeição e felicidade plena faz com que a gente tente mascarar certos sentimentos e atitudes! Muitas mães não querem assumir falhas e fraquezas com o medo do julgamento alheio! Por um lado entendo, pois a pressão em cima de nós, MÃES, é grande! Somos constantemente criticadas e bombardeadas com palpites e informações e, muitas vezes, achamos melhor fechar o bico para evitar qualquer tipo de aborrecimento.

O que não entendo é: Por acaso sou menos mãe por admitir que gostaria de dormir melhor à noite? Não amo minha filha o suficiente por admitir que gostaria de ter um tempinho pra almoçar tranquilamente? Sou uma mãe desnaturada por admitir que gostaria de curtir um pouco mais o meu marido?

Não! Uma coisa não tem nada a ver com a outra! Assim como sou mãe e dou o melhor de mim pra minha filha, também sou mulher, esposa, amiga, filha, profissional… Não é porque a Giulia nasceu que eu tenho que eliminar todas as outras Priscilla’s que sempre existiram dentro de mim!

O problema é que as Priscilla’s estão numa briga danada, uma puxando o cabelo da outra! Caos total. E quanto mais eu tento achar um equilíbrio, mais tudo se desequilibra.

Isso porque a Giulia é uma criança “super fácil de lidar” (esse negócio é meio relativo, odeio quando falam algo do tipo, mas confesso que não achei palavra ou expressão melhor…tá difícil o raciocínio aqui hoje, desconsiderem)! Apesar de não parar quieta (sério, qualquer dia essa criança sai andando por aí! Ah, não diga! Rs), é super doce, não tem mais cólicas e dorme muito bem (até a pediatra se espantou quando eu disse que ela acorda entre 9:30 e 10:00). De qualquer forma, ela ainda é uma bebezinha frágil, indefesa e que depende de mim para TUDO! Sendo assim, nosso lema é “dedicação total a você”. Não dá tempo de fazer almoço ou janta (muito de vez em quando sai uma macarronada, um arroz com nuggets… haha), tomar um banho demorado, ir ao banheiro tranquilamente, dormir profunda e ininterruptamente, fazer pé, mão, cabelo, depilação e qualquer outro procedimento estético, arrumar a casa, etc. Resultado: A cena é sempre a mesma – Casa suja e bagunçada e mãe o dia inteiro de pijamas, com coque na cabeça, olheiras na cara e roupas sujas de vômito! Tenso!

Dias atrás precisei resolver umas coisas na rua e deixei a pequena sob os cuidados do maridón. Saí de casa me sentindo leve, literalmente! Não precisei carregar bebê junto com bebê “desconforto” junto com bolsa cheiaaaa de parafernálias de bebê junto com sling, cobertor, etc. Ufa, 20 quilos a menos! Enquanto eu dirigia me sentia em uma daquelas cenas de filme em que a personagem principal dirige um carro de luxo, linda, leve e solta, numa estrada vazia, com cabelos ao vento, admirando uma linda paisagem e cantando superrr empolgada uma canção superrr empolgante! Haha! Só que não! Eu tava feia, com a maior cara de sono, dirigindo meu carro velho, num trânsito infernal e “admirando” uma bela de uma bosta de uma paisagem (prédios e mais prédios, carros e mais carros combinando com o céu cinza, típico de Curitiba). Mas Ah…deixa eu sonhar vai! Depois de resolver tudo o que eu precisava resolver, me dei conta de toda a liberdade que eu tinha, eu poderia fazer o que eu quisesse sem precisar me preocupar com nada (Uh, até parece)! Poderia parar no salão e fazer as unhas, parar numa padaria e tomar um café comigo mesma, passar na casa de uma amiga, dar um rolé no shopping, parar o carro e pensar na vida, andar no parque, ir ao mercado, ir ao cinema, andar de bicicleta, nadar num lago, jogar pedras num rio, plantar uma árvore…enfim, poderia conquistar o mundo!!!!!! Mas aí eu lembrei daquelas bochechas gordas, daquele pescoço cheiroso, daquele bafinho gostoso, daquele sorriso cativante e bateu uma saudadeeeeee!!! E a única coisa que eu queria fazer naquele momento era ir correndo pra minha casa bagunçada, colocar meu pijama sujo de leite azedo (eca!) e passar o dia todo curtindo o grande amor da minha vida…agarrando, beijando, cheirando e amando mais e mais!

Eu e minhas contradições maternas! Vai entender!

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Olha Quem está Poupando

Segunda-feira, durante o meu ócio matinal, assisti uma parte do programa Encontro com Fátima Bernardes e para minha alegria, já que tenho uma pimpolha e um blog pra cuidar, um dos assuntos em pauta foi como economizar no enxoval do primeiro filho.

Uma das convidadas foi a jornalista Maria Fernanda Delmas. Ela também é autora do livro “Olha quem está poupando”. No programa, Maria Fernanda deu dicas de como gastar melhor o dinheiro, evitando coisas caras, desnecessárias e fúteis, pedindo ajuda às mamães que já passaram por esse processo, aceitando doações de amigos ou parentes, entre outras.

Achei muito interessante a ideia do livro e, logo depois do programa, resolvi pesquisar mais sobre ele na internet. Achei um trecho do livro que resume bem o momento “montando-enlouquecidamente-o-enxoval-do-primeiro-filho“, Haha:

“Eu diria que é o ápice do altruísmo consumista da mulher. Entre comprar algo para nós ou para o bebê, não titubeamos. Queremos levar tudo que vemos de bonitinho. Nós e as avós. Esse comportamento é elevado à enésima potência quando descobrimos o sexo do bebê”.

Verdade, não acham?!

O livro parece ser beeem bacana! Tô super afim de ler! E acho muito válido para todas as mamães, principalmente, as de primeira viagem! Precisamos ser mais conscientes, nossos filhos não precisam de TUDO o que dizem por aí!
Montar um enxoval consciente e de acordo com as nossas reais possibilidades é começar, desde cedo, a dar exemplo para os nossos filhos, né não?
Bom, mas acho que vale super a pena dar uma olhadinha no vídeo em que Maria Fernanda Delmas dá as dicas de economia no programa! É só clicar aqui!
Quanto ao livro, vi que custa em média 38 Reais, mas no site do Walmart está na promoção por 24,00.
Se eu ler, venho aqui contar pra vocês o que achei! Façam o mesmo, ok?
olha quem esta poupando

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