Festa Vintage Cute As a Button

Eu adoro decoração de  festa infantil com temas diferentes dos convencionais (princesas, desenhos da moda, etc) mas nada contra gente! Sei que muitas vezes quando a criança é maior normalmente é ela quem escolhe o tema da festa e acho isso ótimo. Mas como as festas das crianças mais novinhas são os adultos quem aproveitam mais, acho que podemos escolher um tema legal que combine com a personalidade da criança e nos agrade também. E, nesses casos, adoro temas diferentes e criativos.

O tema que vou mostrar hoje é um tema inspirado em botões/costura. Faz pouco tempo que descobri a minha paixão por botões. Estava vendo algumas coisas para o meu casamento (fui pedida em casamento em junho e estou empolgadíssima!) e vi um bouquet para daminhas todo feito em botões. Achei lindo demais e vai ser nesse estilo o bouquet da minha daminha, com certeza!

Mas voltando à festa, achei esse tema uma graça, super diferente, delicado, vintage (amo) e em tons pastéis (amo²).

O que são esses biscoitos de botão? Fofo demais!

Acho o máximo barras de chocolates personalizada!

Lembrancinha, adoraria saber o que tem dentro! hehe

By hwtm.

Não sei do que eu gostei mais, se foi dos cupcakes, dos cake pops, os biscoitos de botão, a barra de chocolate personalizada! Meu aniversário é amanhã e eu quero essa festa pra mim! haha

O que vocês acharam mamães? Fariam uma festa com esse tema?

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Relato da minha gravidez – Parte III

Com 27 semanas a Giulinha já estava na posição cefálica, de cabeça para baixo! Pensei: Opa! Tudo se encaminhando direitinho para o tão sonhado parto normal!

Com 28 semanas fizemos uma nova ultrassonografia e a pequena já não estava mais tão pequena assim! Já tinha 34cm e 1,070 Kg (Quando o baby chega a 1kg é muita emoção! Hahaha!).Quem conheceu ela como um gergelim, pensava: Meu Deus, como essa menina cresceu! Rs.

Nessa fase da gravidez (na verdade, acho que foi antes), comecei a sentir uma dor terrível na virílha que, por sinal, me acompanhou até o final! Era difícil dirigir, virar de lado na cama, subir escada, sentar, levantar…mas meu médico dizia ser normal, pois é o corpo se preparando para o parto, relaxando os ligamentos e articulações!

E se eu já andava igual a uma pata, depois que a dor começou então…

Com 31 semanas de gestação eu já tinha engordado 12 kilos (no total foram 16, mas acreditem, já perdi uns 19)! Eu sentia muiiiiiiita fome! Não tinha desejos, mas queria comer a toda hora! Só no final que isso mudou, afinal não conseguia comer quase nada de tanta azia que eu sentia! O que acontecia: eu comia, sentia uma queimação, a comida parecia que ficava entalada e um tempo depois lá estava eu colocando tudo pra fora. Meu médico tinha me receitado um remédio pra isso. Mas o remédio era muito nojento, era uma espuma branca, parecida com aquela que se forma quando escovamos os dentes! Ui! Não sei o que era pior: tomar o remédio ou ficar com azia!

Com 34 semanas fiz o Chá da Giulia (contei um pouquinho sobre as brincadeiras que fiz aqui nesse post). Um dia antes do chá, passei super mal…como nunca tinha passado antes, tirando aquela vez em que tive o cálculo renal, claro! Morri de medo de ter que cancelar o chá! Tive vômito, diarréia, calafrios e, pela primeira vez, fiz xixi nas calças! Isso mesmo, xixi nas calças! Haha! Foi uma sensação muito estranha, pois estava vomitando e comecei a sentir um líquido escorrendo pelas minhas pernas! Pensei: Meu Deus, será que minha bolsa rompeu? Hahaha! Não, era só xixi mesmo! A partir desse dia, comecei a me segurar um monte pra não passar vexame, pois em qualquer espirro ou gargalhada o xixi queria sair! Haha!

Esse relato tá meio nojento né? Eu sei, é que tô tentando ser o mais sincera possível. Mas prometo maneirar! Rs.

Com 35 semanas, cansada, com enjôos, asia, dor na virilha e nas costas, resolvi entrar com meu pedido de licença-maternidade na Sanepar e encerrei também as minhas atividades no consultório! Queria ficar só curtindo o finalzinho da minha gravidez e me preparando para a chegada da pequena. Ainda precisava resolver um monte de coisa, ainda tinham vários itens do enxoval pra comprar e eu precisava terminar de lavar e passar todas as roupinhas! Deixei um monte de coisa pro final! A maior burrice!

Aproveitei também para fazer o meu ensaio de gestante com a Camila antes que fosse tarde demais! Pra quem ainda não viu as fotos, é só clicar aqui! Eu simplesmente amei o resultado e adorei ter sido fotografada por uma grande amiga, uma pessoa que estava acompanhando minha gravidez de pertinho desde o começo!

Com quase 36 semanas fiz a última ultrassonografia e a Giulinha já estava com 45cm e 2.464 kg. Nessa altura do campeonato, comecei a me preocupar com o parto!

Diferentemente de muitas grávidas, eu nunca fiquei pensando em como seria esse momento. Nunca sofri por antecipação (em relação ao parto, que fique claro! Hehe)! Só tinha certeza de uma coisa: teria parto normal! Não natural (sem anestesia), porque daí já era demais! Haha!

Eu simplesmente ODEIO cirurgia, então eu não conseguia me imaginar fazendo uma cesariana!

O problema é que no final da gravidez, a cada consulta com o meu médico, a minha pressão ficava cada vez mais alta! Foi super estranho! Tive até que comprar um aparelhinho para monitorar em casa! Sentia muita dor de cabeça! O negócio foi tão sério que mesmo depois que a Giulia nasceu minha pressão continuou subindo e fui até parar no hospital por conta disso. E olha que minha pressão sempre foi super baixa!

Além do aumento da pressão, com 39 semanas a Giulinha não manifestava nenhuma vontade de sair da barriguinha da mamãe. Apesar de já estar virada, ainda não tinha encaixado…estava super alta (meu estômago que o diga)! Além disso, eu não tinha absolutamente NADA de dilatação e nunca havia sentido sequer aquelas contrações de treinamento – Braxton Hicks. Bom, era bem provável que eu entrasse em trabalho de parto tardiamente (super comum em primeira gestação) e os médicos não curtem muito deixar a gravidez se prolongar para além das 40 semanas, tanto pelo transporte de oxigênio que diminue nessa fase quanto pelo risco do bebê aspirar mecônio.

Pensando em tudo isso, meu médico me aconselhou a marcar a cesariana! Era melhor não arriscar! Mil coisas se passaram pela minha cabeça! Poxa, não era isso o que eu tinha planejado! E se meu médico estivesse sendo tendencioso? Afinal, é muito cômodo pro médico marcar dia e hora para realizar o parto! Mas e se ele estivesse certo e fosse arriscado esperar? E se acontecesse algo de ruim por causa da minha insistência?

Nossa, que situação! Conversei com minha mãe, meu pai, meu marido, amigos e decidi: faria a cesariana! Achei mais prudente confiar no médico, afinal são anos de estudo e experiência como obstetra, ele deveria saber do que estava falando né?!

Marcamos então para o dia 11/04/2012, faltavam dois dias para eu completar 40 semanas! A escolha da data não teve nenhum motivo especial, é que precisava ser numa quarta-feira, já que a melhor equipe do Santa Cruz (Hospital em que ganhei a pequena) estava sempre de plantão nesse dia!

Lembro que desde o dia em que marquei a cesária até o momento em que pisei no hospital, torci muito para entrar em trabalho de parto e a Giulinha nascer pelas vias naturais, mas infelizmente, nada aconteceu! Ela continuou alta e eu sem contração e dilatação!

Mas, apesar de tudo, confesso que uma parte de mim estava um pouco aliviada. Minha ansiedade era tão grande que só o fato de pensar que LOGO teria minha filha em meus braços já me tranquilizava. Não aguentava mais esperar! Imaginem se ela resolvesse dar as caras com 41 ou 42 semanas…eu iria enlouquecer até lá, fato! Hahaha!

Mas até hoje me pergunto se tomei a decisão certa. Será que não era melhor ter insistido no parto normal?

Lembro que logo depois que a Giulia nasceu ouvi indiretas (diretas, na verdade!) de pessoas contra a cesariana e, além disso, algumas pessoas mais próximas diziam que se a Giulia estava com dificuldade para mamar ou dormir é porque eu tinha “tirado” ela cedo demais! Vocês não têm noção como cada comentário desse me feria! Cheguei a chorar várias vezes e a acreditar que muita coisa que estava acontecendo era de fato culpa minha, por ter tomado a decisão errada! Poxa, eu só queria o melhor pra mim e pra minha filha!!

Bom, mas hoje tento pensar que o importante é que ela se desenvolveu super bem enquanto estava aqui dentro de mim e nasceu com bastante saúde (Apgar: 9 -10, 3.400 kg e 48 cm)! Só isso que importa, nada mais! E o vínculo e amor que teremos pelo resto de nossas vidas não serão menores simplesmente porque eu não tive um parto normal e humanizado! O importante é o dia a dia, a convivência, o que você FAZ, como você transmite todo esse amor!

Não vou entrar em detalhes sobre o dia do nascimento da Giulia, pois ainda quero fazer um post contando como tudo aconteceu!!!

O que posso dizer é que aquele NÃO foi o dia mais feliz da minha vida, como muitas mamães afirmam por aí. Pois a cada dia que passa o amor que sinto por ela aumenta, bem como a felicidade de tê-la como filha. Se hoje tenho muito mais amor e felicidade, como posso dizer que aquele foi o dia mais feliz? Hoje sou muito mais feliz do que ontem e amanhã serei muito mais do que hoje. É um amor que não tem fim!

Bom, essas foram as 39 semanas e 5 dias da minha gestação! Foi tudo muito rápido! Uma experiência única, inesquecível, com muitas coisas boas, mas muitos desconfortos também!

E hoje me sinto realizada e feliz por estar vivendo a maior aventura da minha vida: ser mãe da pequena Giulia, meu tesouro, meu amor pra todo o sempre…

32 semanas e 2 dias33 semanas37 semanas..37 semanas38 semanas.38 semanas39 semanasnascimento giulia

 

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Relato da minha gravidez – Parte II

Entre a 11ª e a 12ª semana, a pequena fez sua primeira viagem internacional, fomos pra Espanha. Perguntei ao médico se tinha algum problema fazer uma viagem desse porte e com poucas semanas de gestação e ele disse que não tinha problema algum! Então lá fomos nós nos aventurar em outro país! A viagem foi m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a e teria sido ainda mais legal se eu não tivesse passado TÃO mal, principalmente, durante o vôo, tanto de ida quanto de volta!

Foram onze horas de vôo e eu perdi as contas de quantas vezes precisei levantar para vomitar. Acho que nunca passei tão mal na minha vida (exagerada!)…hahaha! Lembro que eu achava tudo o que eles sirviam a bordo muito nojento, só o cheiro já me fazia ter ânsia! Me sentia hiper fraca, pois além de vomitar horrores, não conseguia comer nada! Mas, apesar desses contratempos, a viagem foi deliciosa! Por mim, eu tava lá ainda!

Como eu ainda não sabia o sexo, não consegui comprar muita coisa pra pequena!

Fui basicamente em duas lojas! E fiquei loucaaa com cada coisa linda! No fim foi até bom, se eu soubesse o sexo teria gasto além da conta! Hahaha! Comprei blusas e bodys de cor neutra, calça jeans, macacão jeans…

Mas, na real, não compensa muito comprar essas coisas na Europa…até é um pouco mais barato, mas convertendo, sai praticamente o mesmo preço daqui do Brasil! Pra quem ganha em euro, ótimo!!!!!! Mas pra quem ganha em Real é f***! Se você pára pra pensar acaba não fazendo quase nada numa viagem dessas. Já ouviram falar naquele lema: Quem converte não se diverte? Então… rs.

Bom, voltamos para o Brasil e com treze semanas e quatro dias fiz uma nova ultra, a da translucência nucal. Na minha opinião, essa foi a mais emocionante de todas, pois além de ver meu gergelim se transformar em um fofo e serelepe bebezinho, descobrimos o sexo: nossa linda menininha estava por vir!

Desde que me entendo por gente, sempre me imaginei sendo mãe de menina! Queria porque queria uma menininha. Mas depois que comecei a trabalhar com crianças (meninos, principalmente) e a ter contato com bebês meninos da família (sobrinhos, primos, etc), comecei a me encantar também com o universo azulzinho! Então quando engravidei, não tinha (ou, pelo menos, ACHO que não tinha) preferência! O importante era vir com saúde! Mas não sei porque, eu JURAVA que estava esperando um meninão! E todos à minha volta diziam o mesmo! Portanto, foi uma baita surpresa quando o médico disse que era uma menina! Mas confesso que fiquei super feliz!!!

Quanto aos nomes, já tínhamos decidido! Se fosse menino seria Lucas e se fosse menina Giulia. O problema é que na época minha mãe estava tendo aula com um professor chamado Lucas que ela simplesmente detestava. Hahaha! E sempre que eu falava Lucas, ela lembrava do dito cujo! Ela não queria, de jeito nenhum, que o neto dela tivesse esse nome! Mas era o único nome que tanto eu quanto o Diego gostávamos! Então, descobrir que era a nossa Giulinha que estava por vir, nos poupou de uma baita dor de cabeça! Haha!

Mas se um dia eu tiver um menininho, ainda quero que se chame Lucas. Até lá minha mãe já eliminou as más recordações do tal professor. Haha!

Bom, mas quanto ao exame, deu tudo certinho, a Giulinha estava perfeita e se desenvolvendo super bem! Ah, e essa ultra e todas as posteriores fiz no IMMEF. Indico! Super bom!

Com aproximadamente 15 semanas senti a pequena se mexer pela primeira vez! Tava louca pra que isso acontecesse! É tão mágico! Acho que é a parte mais gostosa da gravidez!! No começo, os movimentos eram super sutis, mas com o passar do tempo a Giulinha foi aprimorando cada vez mais a sua performance e fazia piruetas na minha barriga! Eu e o maridão achávamos o máximo e nos divertíamos um monte com ela!

Nessa mesma fase, ouvi o coraçãozinho da pequena no consultório do meu obstetra pela primeira vez! Fiquei louca pra ter um doppler daquele e descobri que muitas gravidinhas indicavam um monitor fetal chamado Angel Sounds! Fiquei super empolgada pra comprar, mas meu marido, sensato e mão de vaca que é (haha), me barrou! Fiquei brava com o balde de água fria que ele tinha me jogado, mas os argumentos dele eram bons: eu viraria uma louca querendo ouvir o coração dela a cada cinco segundos e com o dinheiro que gastaríamos com isso poderíamos comprar algo mais útil! Tá certo! Respirei fundo e pensei: “bóra esquecer essa ideia!”.

Bom, com 16 semanas minha barriguinha já estava bem saliente e eu fazia questão de exibi-la por aí! Grávida adoraaa quando a barriga começa a aparecer né? Hahaha!

A essa altura do campeonato meus enjôos já tinham dimiuído bastante e eu pensava: “Não é que é verdade que depois dos três meses as coisas melhoram significativamente?”.

Passei a viver então a fase mais tranquila de todas: o segundo trimestre! Sem dúvida, é a melhor fase da gravidez! Além dos sintomas do primeiro trimestre terem diminuído bastante, ainda não sentia os desconfortos típicos do terceiro trimestre!

Com 20 semanas fiz a ultrassonografia morfológica. A pequena já tinha crescido um monte em comparação com a última ultra e estava toda perfeitinha: com cinco dedinhos em cada mão e em cada pé, orelinhas perfeitas e no lugar certo, etc. Hahahaha! Vai dizer que toda grávida não tem um certo medo desse exame? Hahaha! A pequena já estava uma moçinha, com 24 cm e 346g!!! Haha! Meu Deus, menos de meio kilo!

Com mais ou menos 24 semanas a fase “mais-tranquila-de-todas” começou a mudar e eu voltei a enjoar e vomitar TODOS os dias!!! Lembro que já estava super quente aqui em Curitiba e eu passava muito mal com os enjôos e com a pressão super baixa (no final da gravidez o quadro mudou e minha pressão não parava de subir, mas depois conto melhor sobre isso). Só tinha vontade de ficar em casa, de pernas pro ar e com o ventilador ligado, claro!

Comecei a ficar super cansada nessa fase, pois além de todo o mal estar, tava trabalhando igual a um camelo. Ficava na Sanepar pela manhã e começo da tarde e depois ia pro consultório, tava cheia de pacientes na época! E ainda por cima tava trabalhando também  no final de semana!!!

Certo dia, já com 26 semanas de gestação, estava eu indo pra mais uma jornada de trabalho quando começo a sentir uma dor esquisita, eu não sabia identificar aonde exatamente era essa dor, só sabia que era na região abdominal. A dor ia e vinha e aumentava cada vez mais! Comecei a ficar hiper preocupada! Achei que estava acontecendo algo de errado com minha baby! Desviei o caminho do trabalho e fui dirigindo rumo ao hospital e liguei pro meu marido pra avisar! A dor ficava cada vez mais insuportável e começava a se concentrar em um só lugar, na região posterior do abdômen, lado direito. Foi quando pensei: Pode ser o rim! Menos mal. Mas não deixei de ficar preocupada com a pequena, tava apavorada na verdade! E se fosse um trabalho de parto prematuro? Ou qualquer tipo de intercorrência relacionada à gravidez?

Eu chorava de tanta dor e se tornava impossível dirigir! Uma coisa era certa: não conseguiria chegar ao hospital sozinha! Parei o carro, liguei pro meu marido e pedi pra ele se encontrar comigo no ponto onde eu havia parado. Enquanto eu esperava ele chegar, mal conseguia raciocinar, vomitei até a alma e continuei sentindo a pior dor que já senti na minha vida (não tô exagerando dessa vez!).

Chegamos ao hospital e eu mal conseguia andar, falar ou assinar a guia do plano. Graças à Deus, no Santa Cruz, grávidas têm preferência e, principalmente, grávidas urrando de dor, assim como eu! Haha!

Fui encaminhada direto para a obstetra de plantão. Ela escutou o coraçãozinho da Giulia (Ufa! Estava batendo todo bonitinho) e fez exame de toque e, graças à Deus, não tinha nada de dilatação! ÓTIMO, minha bebêzinha estava bem! O problema era outro!

Pelo o que eu tinha relatado, a médica também desconfiou que se tratava de um problema nos rins e me encaminhou para um urologista! Fiz uma ecografia do aparelho urinário e foi constatado: uma maldita pedra no rim direito – cálculo renal.

Lembro que pra fazer a ecografia eu precisava tomar bastante água, mas quem disse que eu conseguia? Colocava os bofes pra fora a cada gole que eu tomava! Uma hora fui correndo vomitar, mas não deu tempo de chegar no vaso sanitário e sujei TODO o banheiro! Um caos! Só queria me esconder…que vergonha! Haha!

A única coisa que me fez rir naquele dia foi uma observação que li no laudo do exame: “Bexiga comprimida por útero gravídico”. É, não era à toa que eu fazia xixi toda hora! Hahaha!

Bom, resumindo…tive que ficar internada e recebendo medicação na veia! Mas graças à Deus, a maldita dor sumiu e a pedra no rim foi eliminada!

Ah, e como fiquei internada no setor da maternidade, eu e o maridão adorávamos ficar namorando os bebezinhos lindos que nasciam. A gente só imaginava como seria quando chegasse a nossa vez…

16 semanas

22 semanas e 3 dias

24 semanas

25 semanas

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Relato da minha gravidez – Parte I

minha gravidez

A minha gravidez foi super tranquila em alguns aspectos, mas extremamente difícil em outros! Não vou mentir e dizer que me sentia sempre linda, feliz e realizada! Não! Grande parte do tempo me sentia feia, cansada e insegura! Me perguntava quase todos os dias: Cadê todo aquela felicidade e glamour que sempre vi nos filmes e novelas? É pessoal, na vida real as coisas são bem diferentes e a gente só descobre isso depois de receber o positivo!

Como já relatei aqui, descobri minha gravidez antes mesmo da minha menstruação atrasar e o único sintoma que eu tinha era uma cólica chata, que insistia em me perturbar! Fora isso, era como se nada estivesse acontecendo no meu corpo! Eu não me sentia grávida! Como isso era esquisito!

Bom, assim que peguei o resultado do Beta HCG, marquei a minha primeira consulta obstétrica, com aproximadamente cinco semanas de gravidez! Estava me sentindo super segura, afinal eu já tinha uma ginecologista-obstetra de confiança, que me acompanhava há anos! Ufa, não precisaria correr atrás de médico. Faria meu pré-natal e meu parto com uma pessoa que eu adorava e confiava cegamente.

No dia da consulta, as pessoas mais superprotetoras do mundo me acompanharam: minha mãe e meu marido! Minha mãe tava toda eufórica e querendo exercer o mesmo papel que exercia quando eu tinha uns cinco anos de idade, perguntando TUDO à médica e falando mais do que eu! Hahaha!

Quando contamos o motivo da consulta, para minha decepção, a médica não demonstrou qualquer sentimento, seja de surpresa, alegria ou sei lá o quê. Parecia que eu era apenas mais uma “recém-grávida” ali. Ela me fez algumas perguntas, repassou algumas orientações…mas tudo de maneira tão fria e superficial, que parecia que estava lendo um script a todo momento!

Poxa, que grávida não quer se sentir especial e ter um tratamento diferenciado? Nem pra ela fingir que se importava…hahaha! E eu não era uma grávida qualquer, era paciente dela há anos!

Bom, eu já tava mega chateada, mas não podia sair correndo de lá.

Depois de ter me passado as recomendações e as guias para os exames, ela resolveu fazer uma ultrassonografia para ver se conseguíamos visualizar alguma coisa! E é óbvio que não conseguimos visualizar absolutamente NADA! Primeiro porque eu estava com apenas 5 semanas, pelas nossas contas, e segundo porque ela tinha um aparelho do tempo do êpa no consultório dela. A tela era minúscula e, até hoje, não consigo entender como aquela geringonça ainda tava funcionando! Haha.

Depois de vê-la preenchendo a guia do exame, me dei conta: Ela queria era ganhar dinheiro com a ultra!!! Que raiva!

Como se não bastasse, para finalizar, ela me disse que cobraria uma taxa de 1.500 reais para realizar o meu parto e não explicou direito o motivo dessa cobrança. Mais tarde, através de outros médicos, é que fui entender do que se tratava (falando nisso, ainda quero fazer um post sobre essa taxa de disponibilidade médica). Na hora só conseguia pensar: que mercenária!!!!!!!

Saí de lá desnorteada. Toda aquela minha segurança tinha ido por água abaixo! Eu precisava achar um médico bom e precisava ser rápido!

Bom, procura aqui, procura ali…acabei conseguindo uma consulta com uma médica que localizei através do próprio catálogo do plano de saúde! O consultório dela ficava numa região privilegiada do Batel (Curitiba-PR), mas assim que adentramos a porta, que decepção! O lugar era velho, mal cuidado e com aparência de sujo! Duas mulheres estavam sentadas na recepção, pensei: duas recepcionistas! Há – Há – Há! Imaginem a nossa cara de surpresa quando descobrimos que uma dessas mulheres, que, por sinal, estava toda descabelada e sentada de forma completamente desleixada, era a médica!!!!!!! Meu Deus! Olhei por meu marido como quem diz: “vamos sair de fininho?”. Hahaha. Mas já que estávamos ali não custava nada ver “qualera” a da médica! No fim, acabamos nos surpreendendo, afinal ela foi super querida e atenciosa. Mas, de qualquer forma, não dava né gente? Não conseguiria pisar ali novamente…era muito desleixo e bizarrisse num só lugar! Então bóra pesquisar outros obstetras!

Enquanto eu não achava o médico ideal, aproveitei para fazer os exames que ambas as médicas tinham me repassado! E foi aí que tudo começou! Na primeira ida ao laboratório tive meu primeiro enjôo. Sorte que o maridão tava dirigindo e sorte que tinha uma sacola dentro do carro! Vomitei em todo o trajeto casa-laboratório! Argh! Não gosto nem de pensar!

Eu sabia que a fase “nem-parece-que-estou-grávida” não duraria muito tempo! Sempre tive sérios problemas de estômago e sempre fiquei enjoada muito fácil (meu pai conta pra todo mundo altas histórias de quando eu era pequena e vomitava no ônibus e, principalmente, em cima das pessoas…hahaha…quem nos conhece sabe!), portanto, na gravidez não seria diferente, óbvio!

A partir desse momento comecei a vomitar TODOS os dias e VÁRIAS vezes ao dia! Era em casa, no trabalho, na rua, dirigindo, escovando os dentes, tomando banho…e por aí vai! Um horror! Como eu disse antes: Cadê o glamour hein???? Hahaha!

Bom, com sete semanas fiz a minha primeira ultra de verdade! Sim, porque aquela no consultório da médica não tava valendo! Marquei pro período da tarde, então lembro que o período da manhã foi de pura ansiedade, mal conseguia trabalhar! Saí do trabalho e a caminho do IDEPI (muito bom!) me dei conta de que não estava com a guia do exame! Que desesperoooooo! Fui correndo pra casa buscá-lo, cruzando os dedos para conseguir chegar a tempo! Graças à Deus deu certo e eu consegui ver pela primeira vez o grande amor da minha vida! Que emoção! Achava que iria chorar, mas não chorei não! De qualquer forma, me senti muito feliz e realizada! O nosso feijãozinho estava ali! Na verdade, tava mais para um gergelim, mas tudo bem! E o feijãozinho já tinha até apelido: Little B (de little bean – pequeno feijão). Hahaha! Até a mamãe foi apelidada de algodãozinho! Lembram daquela experiência de germinação que fazíamos na escola com feijão e algodão? Então… Hahaha!

O nosso amorzinho tinha menos de 1 cm e seu coraçãozinho batia a 140 bpm.

Ainda nessa semana em que fiz o exame consegui uma consulta com um obstetra super indicado pelas mamães de Curitiba que participam do fórum e-family (pra quem ainda não conhece, fica a dica. O fórum é ótimo e trás debates desde treinantes até mamães de pré-adolescentes).

Lembro que marquei a consulta, mas não perguntei o endereço, pois já tinha pego pela internet mesmo. Cheguei na clínica toda faceira e quando fui falar com a recepcionista, pensem na minha cara de tacho quando ela me diz que o médico não atendia mais lá e que estava com consultório em outro endereço! Saí de lá correndo, liguei o GPS do celular (não tinha a mínima ideia de como chegar nesse novo endereço) e cruzei os dedos! Cheguei mega atrasada, enjoada e quase colocando os bofes pra fora. Mas deu certo! Logo que cheguei, fiquei encantada com o consultório: grande, limpo, lindo e chique! Sério, um luxo! Hehe! E o médico foi super atencioso! Tratamento vip mesmo! Não pensei duas vezes e já deixamos marcadas todas as consultas do pré-natal e, até mesmo, a consulta do pós-parto. Olhei todas aquelas datas e pensei: “Nossa, vai demorar muito pra tudo isso acontecer”. Que nada…

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Noites Mal Dormidas e o Ursinho do Sono

urso do sono

Ursinho do Sono – Prince Lionheart.

 

O primeiro mês com a Giulia em casa foi bem complicado! A pequena quase não dormia e eu e o maridão parecíamos dois zumbis! Sério! Foram várias madrugadas em claro (Graças à Deus essa fase passou!) e quem me conhece consegue imaginar o quanto eu sofri, afinal sempre fui muito dorminhoca!

Bom, o cansaço era tanto que comecei a pesquisar sobre o assunto: como fazer o bebê dormir a noite inteira? Procurei no google, pedi opinião para as minhas amigas mamães e comecei a ler alguns livros.

E nessa minha busca desenfreada por um método eficiente, ouvi muita gente falar super bem do Ursinho do Sono (Back to Sleep Bear) da Prince Lionheart e achei a ideia super bacana! O ursinho possui um áudio que imita o som do útero da mãe e vem com uma mantinha, onde a mãe pode colocar o seu cheirinho, deixando o bebê tranquilo, seguro e confortável. Fofo né?

O problema é que o preço não me agradou nem um pouco (em torno de 160 reais). Fiquei pensando na possibilidade de não funcionar com a pequena e eu ter gasto todo esse dinheiro em vão! E foi aí que veio a ideia de procurar o som do útero materno no Youtube! Bem mais econômico, não acham? Procurei como “som do útero materno” ou “womb sounds”  e encontrei vários vídeos! Só faltava fazer o teste!

Naquela madrugada mesmo coloquei o som para a Giulia ouvir. Ela tava acordadona, aos prantos e nada a acalmava. Acessei o vídeo pelo celular, coloquei ela no berço e deixei o aparelho bem pertinho dela e NADA aconteceu, ela continuou aos prantos! Hahaha! Que frustração! Tentei outras vezes e o resultado foi o mesmo! Pelo menos eu me sentia aliviada de não ter gasto os cento e tantos reais. Haha!

Não quero dizer com tudo isso que o produto não funciona e que não vale a pena comprá-lo. Longe de mim! Só acho que não tem como saber se com você vai ou não funcionar! Ouvi muitas mamães falarem que seu filho se acalmou na hora, mas comigo isso não aconteceu. A Giulia nem deu bola pro barulhinho. Então acho que vale a pena fazer um pequeno teste com um videozinho qualquer antes de efetuar a compra! Se der certo, ótimo! Se não der, parte pra outra…

E pra aquelas mamães que, independente de qualquer coisa, não querem ou não podem gastar dinheiro com isso, além de baixar o som na internet, dá pra providenciar qualquer mantinha ou fraldinha com seu cherinho e colocá-la junto ao bebê enquanto ele escuta o barulhinho do útero! 😉

Bom, mas o que aprendi com tudo isso é que, como mãe de primeira viagem, estava sofrendo à toa! Poxa, a Giulinha ainda estava em fase de adaptação…se adequando à nossa vida, à nossa rotina…aprendendo a viver de uma forma totalmente diferente daquela que estava acostumada a viver na minha barriga! E tudo isso precisava ser no tempo DELA! Sem pressão da minha parte, sem impor milhares de regras, sem colocar em prática mil planos mirabolantes!

E, além disso, é super normal, principalmente no começo, o bebê acordar de madrugada diversas vezes para mamar, com o tempo as mamadas da madruga vão ficando cada vez mais espaçadas, até sumirem por completo (A Giulinha ainda acorda, mas dorme logo em seguida. Na verdade, ela nem abre o olho pra mamar. Só resmunga quando tá com fome…hehe).

O que aconteceu comigo é que, além de estar hiper cansada, ouvia diversas mães falando: Nossa, mas meu filho dorme a noite inteira, desde o dia em que nasceu! P**, era só comigo então que isso acontecia? Hahaha! Não, gente…na verdade acontece com a maioria! São poucos os bebês que dormem bem desde o início e, além disso, tem muita mãe que gosta de valorizar a situação e quando você investiga mais a fundo, descobre que nem tudo são flores como parece! Haha

O importante é que agora a pequena dorme super bem e eu não uso nenhuma técnica específica!

Bom, mas vai de cada um descobrir o que é melhor para o seu filho…se é dormir com musiquinha, com o ursinho do sono, com cheirinho, com chupeta, mamando, chupando o dedo…e por aí vai! Dicas bacanas (e furadas também) é o que não faltam! O negócio é filtrar, testar aquilo que acha interessante, mas com tranquilidade, pensando que cada bebê tem seu próprio ritmo de assimilação, adaptação e desenvolvimento. Não vale a pena se desesperar e querer arrancar os cabelos! Pense: É só uma fase!

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